O mercado saiu da fase “vamos instalar telas” e entrou na fase “isso precisa gerar valor, escala e segurança”

Durante muitos anos, o principal objetivo de um projeto de Digital Signage era simples: instalar telas. A conversa girava em torno de: tamanho do display, modelo do player, tipo de suporte, passagem de cabos. Quando as telas estavam ligadas e exibindo conteúdo, o projeto era considerado um sucesso. Hoje, isso não é mais suficiente. O mercado amadureceu. E com ele, as exigências também. A primeira fase: expansão e experimentação Houve um momento claro de expansão. Empresas queriam modernizar ambientes, substituir cartazes, criar impacto visual. Era a fase da presença: “Precisamos ter telas.” Muitos projetos nasceram nesse contexto. Alguns prosperaram. Outros ficaram pelo caminho. O problema não era a tecnologia. Era a ausência de um modelo estratégico por trás dela. A nova fase: valor, escala e segurança Agora a pergunta mudou. Não é mais: “Quantas telas vamos instalar?” É: “O que essas telas geram para o negócio?” Essa mudança é profunda. E definitiva. Hoje, três pilares determinam a maturidade de um projeto de Digital Signage. 1. Valor Valor significa impacto mensurável. No varejo: aumento de conversão, ticket médio maior, venda cruzada. Na indústria: redução de acidentes, melhoria de produtividade, clareza operacional. Na comunicação interna: alinhamento estratégico, engajamento, redução de ruído. Se a tela não influencia comportamento, decisão ou performance, ela é apenas um monitor ligado na parede. O mercado passou a exigir ROI, indicadores e justificativa de investimento. 2. Escala Projetos isolados são fáceis. Projetos com 50, 100 ou 500 pontos exigem outra arquitetura. Escala exige: padronização, governança, processos, controle centralizado, monitoramento, automação. Não pode depender de: pendrive, intervenção manual, conhecimento tácito de alguém específico. Escala é previsibilidade. Empresas que crescem precisam que a operação funcione da mesma forma em todas as unidades. Digital Signage, quando bem estruturado, vira parte dessa engrenagem. 3. Segurança Esse talvez seja o ponto mais subestimado, e que mais cresce em importância. As telas hoje estão: conectadas à rede corporativa, integradas a sistemas, operando em cloud, espalhadas por múltiplas localidades. Cada player é um dispositivo conectado. Sem: controle de acesso, atualização remota, políticas de segurança, segmentação de rede, logs e auditoria, o projeto vira uma vulnerabilidade. Segurança deixou de ser diferencial técnico e passou a ser requisito estratégico. Nenhum CIO hoje aprova um projeto que não considere isso. O erro que ainda vemos Muitas empresas ainda operam com mentalidade da fase anterior. Instalam as telas. Mas não estruturam: modelo operacional, indicadores, governança, política de segurança, planejamento de crescimento. O resultado? Projetos que começam fortes e perdem relevância com o tempo. O que diferencia os projetos maduros Os projetos mais sólidos que acompanho têm características claras: Começam pelo objetivo de negócio, não pela tela Definem responsáveis e processos Integram dados e sistemas Medem impacto Planejam crescimento desde o início Tratam segurança como parte da arquitetura Eles não veem Digital Signage como mídia. Veem como infraestrutura estratégica. A transformação silenciosa O mercado global já está nessa fase. Grandes redes de varejo, concessionárias, hospitais, indústrias e ambientes corporativos não perguntam mais “qual TV usar”. Perguntam: Como isso integra com meus dados? Como escalo para 200 unidades? Como garanto controle e segurança? Como provo resultado? Essa é a diferença entre modernização estética e transformação operacional. Conclusão O Digital Signage não deixou de ser visual. Mas deixou de ser apenas visual. A fase da instalação ficou para trás. Entramos na fase da responsabilidade estratégica. Empresas que entenderem isso vão extrair valor real das telas. As que não entenderem continuarão com monitores ligados — e potencial desligado. Ter telas é simples. Fazer delas um ativo seguro, escalável e gerador de valor é decisão de gestão.

Como a JBtec levou controle, escala e padronização à comunicação digital da Renault

Em redes distribuídas, como o varejo automotivo, comunicação digital não é apenas conteúdo. É operação, controle, padronização e experiência de marca. Foi exatamente esse o desafio enfrentado pela Renault ao decidir evoluir a forma como sua comunicação digital era gerida em toda a rede de concessionárias no Brasil.   O cenário antes do projeto Antes da parceria com a JBtec, a Renault operava com uma plataforma dissociada dos serviços de gestão e operação. Na prática, isso resultava em processos fragmentados, forte dependência de ações manuais nas concessionárias e ausência de uma gestão centralizada das telas. A atualização de conteúdos não seguia um padrão único e o monitoramento da rede acontecia de forma limitada, dificultando o controle e a previsibilidade da operação.   As limitações do modelo anterior Esse modelo apresentava desafios relevantes para uma rede de grande escala: pouca visibilidade sobre o status real das telas baixa agilidade para atualização de campanhas e comunicações dificuldades de suporte e resolução de falhas inconsistência na padronização visual entre concessionárias ausência de indicadores confiáveis para a gestão da operação Com a evolução do varejo automotivo e a crescente importância da experiência no showroom, esse cenário deixou de ser sustentável.   Por que a Renault abriu um processo de concorrência A Renault buscava uma solução mais robusta e integrada, que fosse além de um software isolado. O objetivo era encontrar um parceiro capaz de unir tecnologia e serviços especializados, garantindo: maior controle operacional escalabilidade em nível nacional confiabilidade técnica padronização da comunicação em toda a rede   Por que a JBtec foi escolhida A escolha pela JBtec foi baseada em critérios técnicos e operacionais claros: solidez da plataforma tecnológica oferta integrada de gestão, operação e suporte capacidade de atendimento nacional experiência comprovada em projetos de grande escala flexibilidade para atender às necessidades específicas da Renault Mais do que implantar um sistema, a JBtec apresentou um modelo de operação estruturado, pensado para redes complexas e distribuídas.   Implantação estruturada e transição segura A migração para a nova plataforma ocorreu de forma planejada e acompanhada de perto pela equipe da JBtec. O processo foi conduzido com comunicação clara em todas as etapas e mínimo impacto na rotina das concessionárias. Em poucas semanas após o início da implantação, a nova solução já estava operando plenamente em toda a rede, com estabilidade e performance superiores ao modelo anterior.   Operação centralizada e ganhos reais no dia a dia Com a nova solução, a Renault passou a operar sua comunicação digital de forma centralizada, ágil e confiável. Entre as principais melhorias percebidas estão: atualização de conteúdos em tempo real maior padronização das mensagens redução significativa de falhas operacionais monitoramento contínuo das telas indicadores claros de funcionamento da rede O nível de controle e visibilidade da operação evoluiu de forma expressiva, trazendo mais previsibilidade para a gestão diária.   Impacto na experiência do cliente Depoimento — Ana Julia Hofmeister, Marketing Renault “Um dos principais ganhos do projeto foi a evolução clara na padronização da comunicação visual e na consistência da experiência do cliente nos showrooms. Hoje, independentemente da concessionária, a comunicação reflete de forma uniforme o posicionamento da marca, fortalecendo a identidade da Renault em todos os pontos de contato com o consumidor.” — Ana Julia Hofmeister   O valor entregue para o negócio “A nova solução trouxe para a Renault mais controle, padronização e confiabilidade na comunicação digital de toda a rede. Mais do que uma mudança tecnológica, o projeto mostrou como uma comunicação bem estruturada se torna um ativo estratégico para redes de grande escala.” — Ana Julia Hofmeister

NR-1 na prática: por que a Comunicação Interna virou parte do sistema de prevenção das empresas

A NR-1 vem sendo tratada por muitas empresas como mais uma obrigação regulatória. Mais uma norma. Mais um checklist. Mais um risco jurídico a mitigar. Mas essa leitura é superficial. Na prática, a NR-1 está provocando uma mudança mais profunda. Ela obriga as empresas a olharem para como o risco é comunicado no dia a dia, e não apenas para como ele é documentado. É nesse ponto que a Comunicação Interna deixa de ser acessória e passa a ser parte do próprio sistema de prevenção. Comunicar não é o mesmo que informar Grande parte das organizações acredita que cumpre seu papel quando envia um e-mail, fixa um aviso, faz uma campanha pontual ou realiza um treinamento isolado. O problema é que informação não garante consciência, e muito menos mudança de comportamento. A NR-1 não exige apenas que a empresa tenha políticas. Ela pressupõe que as pessoas saibam que os riscos existem, reconheçam esses riscos no ambiente, entendam como agir e sejam lembradas disso de forma contínua. Sem esse reforço constante, o sistema não se sustenta. Comunicação Interna como parte do sistema, não como suporte Quando a comunicação é tratada como algo de apoio, ela acontece quando sobra tempo, quando surge um problema ou quando alguém lembra. Quando passa a ser vista como parte do sistema de gestão, as perguntas mudam. Quais riscos precisam de reforço contínuo? Quem precisa receber essa mensagem? Em que contexto essa informação faz sentido? Com que frequência ela precisa aparecer? Como a empresa garante consistência e rastreabilidade? Essas não são perguntas de marketing. São perguntas de gestão. O papel das telas corporativas dentro desse contexto Telas corporativas são um recurso poderoso, mas apenas quando inseridas em uma lógica clara. Sem estratégia, elas viram TVs ligadas sem propósito, conteúdos genéricos, ruído visual e distração. Quando fazem parte de um sistema bem definido, passam a cumprir um papel específico. Reforçam mensagens críticas, criam recorrência sem desgaste, comunicam no contexto do ambiente e apoiam campanhas e orientações contínuas. O valor não está na tela em si. Está na função que ela exerce dentro do processo. A NR-1 não pede mais comunicação. Pede comunicação melhor. Existe uma diferença clara entre comunicar mais e comunicar melhor. Comunicar melhor significa menos mensagens genéricas, mais clareza, mais contexto, repetição inteligente e menos improviso. Empresas que estão avançando melhor na adaptação à NR-1 entenderam que comunicação não pode depender apenas de e-mail, campanhas não substituem processos e visibilidade contínua reduz risco operacional. O desafio é estrutural, não criativo O maior desafio da Comunicação Interna relacionada à NR-1 não está em criar peças bonitas ou textos bem escritos. Ele está em organizar temas, definir prioridades, estabelecer frequência, integrar canais e garantir consistência ao longo do tempo. Sem isso, a empresa até comunica, mas não sustenta. Comunicação que protege é comunicação que funciona todos os dias A NR-1 não trata apenas de normas. Ela trata de ambientes mais conscientes, previsíveis e seguros. Isso só acontece quando a comunicação é pensada como parte da operação, acompanha a rotina das pessoas, reforça comportamentos corretos e não depende de ações pontuais. Empresas que entendem isso deixam de apenas cumprir a NR-1 e passam a usar a NR-1 como uma alavanca real de maturidade organizacional. Mais do que discutir ferramentas ou formatos, o momento pede uma reflexão mais profunda. Como a sua empresa estrutura a comunicação dos riscos no dia a dia? Hoje, essa resposta diz muito mais sobre o nível de maturidade da organização do que qualquer política escrita.

Se você deseja destacar a sua empresa da concorrência, usando uma estratégia de comunicação com alto impacto em seu público, utilizando soluções simples, criativas e com custo adequado, a jbtec é sem dúvida uma excelente ideia. 

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