NR-1 na prática: por que a Comunicação Interna virou parte do sistema de prevenção das empresas

A NR-1 vem sendo tratada por muitas empresas como mais uma obrigação regulatória. Mais uma norma. Mais um checklist. Mais um risco jurídico a mitigar. Mas essa leitura é superficial. Na prática, a NR-1 está provocando uma mudança mais profunda. Ela obriga as empresas a olharem para como o risco é comunicado no dia a dia, e não apenas para como ele é documentado. É nesse ponto que a Comunicação Interna deixa de ser acessória e passa a ser parte do próprio sistema de prevenção. Comunicar não é o mesmo que informar Grande parte das organizações acredita que cumpre seu papel quando envia um e-mail, fixa um aviso, faz uma campanha pontual ou realiza um treinamento isolado. O problema é que informação não garante consciência, e muito menos mudança de comportamento. A NR-1 não exige apenas que a empresa tenha políticas. Ela pressupõe que as pessoas saibam que os riscos existem, reconheçam esses riscos no ambiente, entendam como agir e sejam lembradas disso de forma contínua. Sem esse reforço constante, o sistema não se sustenta. Comunicação Interna como parte do sistema, não como suporte Quando a comunicação é tratada como algo de apoio, ela acontece quando sobra tempo, quando surge um problema ou quando alguém lembra. Quando passa a ser vista como parte do sistema de gestão, as perguntas mudam. Quais riscos precisam de reforço contínuo? Quem precisa receber essa mensagem? Em que contexto essa informação faz sentido? Com que frequência ela precisa aparecer? Como a empresa garante consistência e rastreabilidade? Essas não são perguntas de marketing. São perguntas de gestão. O papel das telas corporativas dentro desse contexto Telas corporativas são um recurso poderoso, mas apenas quando inseridas em uma lógica clara. Sem estratégia, elas viram TVs ligadas sem propósito, conteúdos genéricos, ruído visual e distração. Quando fazem parte de um sistema bem definido, passam a cumprir um papel específico. Reforçam mensagens críticas, criam recorrência sem desgaste, comunicam no contexto do ambiente e apoiam campanhas e orientações contínuas. O valor não está na tela em si. Está na função que ela exerce dentro do processo. A NR-1 não pede mais comunicação. Pede comunicação melhor. Existe uma diferença clara entre comunicar mais e comunicar melhor. Comunicar melhor significa menos mensagens genéricas, mais clareza, mais contexto, repetição inteligente e menos improviso. Empresas que estão avançando melhor na adaptação à NR-1 entenderam que comunicação não pode depender apenas de e-mail, campanhas não substituem processos e visibilidade contínua reduz risco operacional. O desafio é estrutural, não criativo O maior desafio da Comunicação Interna relacionada à NR-1 não está em criar peças bonitas ou textos bem escritos. Ele está em organizar temas, definir prioridades, estabelecer frequência, integrar canais e garantir consistência ao longo do tempo. Sem isso, a empresa até comunica, mas não sustenta. Comunicação que protege é comunicação que funciona todos os dias A NR-1 não trata apenas de normas. Ela trata de ambientes mais conscientes, previsíveis e seguros. Isso só acontece quando a comunicação é pensada como parte da operação, acompanha a rotina das pessoas, reforça comportamentos corretos e não depende de ações pontuais. Empresas que entendem isso deixam de apenas cumprir a NR-1 e passam a usar a NR-1 como uma alavanca real de maturidade organizacional. Mais do que discutir ferramentas ou formatos, o momento pede uma reflexão mais profunda. Como a sua empresa estrutura a comunicação dos riscos no dia a dia? Hoje, essa resposta diz muito mais sobre o nível de maturidade da organização do que qualquer política escrita.
Guia Prático: Como criar um projeto de Comunicação Digital em Displays que realmente funciona

O que fazer (e o que não fazer) segundo boas práticas internacionais e projetos reais Este material foi criado para ajudar gestores, líderes e times a evitarem erros comuns e estruturarem projetos de comunicação digital eficientes, escaláveis e sustentáveis. 1. Antes de qualquer tela: o que DEFINIR ❌ O que NÃO fazer Comprar TVs antes de saber para que elas servirão Instalar telas “porque todo mundo tem” Começar pelo fornecedor ou pela tecnologia ✅ O que FAZER Antes de qualquer investimento, responda: ✔️ Qual é o objetivo principal dessa comunicação? ✔️ Para quem essa tela fala? ✔️ Em que momento essa pessoa verá a tela? ✔️ Que ação ou comportamento espero gerar? Regra de ouro: Tela sem objetivo claro vira ruído visual. 2. Estratégia de conteúdo: o coração do projeto ❌ O que NÃO fazer Exibir tudo ao mesmo tempo Repetir conteúdos longos e institucionais Tratar a tela como um mural ou um PowerPoint ✅ O que FAZER Definir linhas editoriais (informar, orientar, engajar, vender) Criar mensagens curtas, visuais e fáceis de entender Pensar o conteúdo para leitura em poucos segundos ✔️ Uma mensagem por tela ✔️ Um objetivo por conteúdo ✔️ Um impacto claro 3. Governança: quem manda, quem publica, quem responde ❌ O que NÃO fazer “Todo mundo pode mexer” “Depois a gente organiza” Não ter responsável claro ✅ O que FAZER Defina claramente: ✔️ Quem é o dono da comunicação ✔️ Quem cria o conteúdo ✔️ Quem aprova ✔️ Quem monitora ✔️ Quem resolve quando algo dá errado Sem governança, o projeto morre no improviso. 4. Tecnologia: meio, não fim ❌ O que NÃO fazer Atualizar conteúdo por pendrive Depender de processos manuais Usar soluções que não escalam ✅ O que FAZER Centralizar a gestão dos displays Garantir atualização remota Ter controle de horários, telas e conteúdos ✔️ Tecnologia deve simplificar, não complicar ✔️ Se não escala, não serve para rede 5. Design para telas: menos é mais ❌ O que NÃO fazer Muito texto Fonte pequena Layout “bonito”, mas ilegível ✅ O que FAZER Priorizar leitura rápida Usar tipografia grande e contraste adequado Trabalhar com imagens fortes e mensagens diretas ✔️Tela não é site. ✔️Tela não é e-mail. ✔️Tela não é PDF. 6. Monitoramento e dados: o que não é medido não é gerido ❌ O que NÃO fazer Não saber se a tela está ligada Não saber se o conteúdo foi exibido Não acompanhar falhas ✅ O que FAZER Monitorar status das telas Ter comprovantes de exibição Usar dados para ajustar conteúdo e estratégia ✔️ Tela offline = comunicação falhando ✔️ Conteúdo ignorado = estratégia errada 7. Checklist rápido de um projeto bem estruturado Antes de seguir, confirme se você tem: ☐ Objetivo claro por tela ☐ Público definido ☐ Estratégia de conteúdo ☐ Responsáveis definidos ☐ Gestão centralizada ☐ Padrão visual ☐ Monitoramento ativo Se algum item faltar, o risco de virar decoração digital é alto. Conclusão Projetos de comunicação digital em displays não falham por falta de tela. Falham por falta de método. Quando bem estruturadas, essas mesmas telas: ✔️ Engajam pessoas ✔️ Padronizam comunicação ✔️ Apoiam decisões ✔️ Geram valor real para o negócio Ter TVs é fácil. Criar um projeto de comunicação digital eficiente é escolha e estratégia.
Omnicanalidade: pequenos empresários agregam valor aos seus negócios

Integração entre ambiente online e offline facilita a experiência de compra dos consumidores e ação estratégica pode começar pela comunicação. Pequenos empresários atentos às novas tendências têm se conscientizado de que a comunicação digital é a aliada ideal para dar início à jornada de integração de canais de vendas físicos e virtuais. A ação dá ênfase ao conceito de “omnicanalidade”, que se tornou essencial até mesmo para os pequenos varejistas se manterem competitivos no mercado. De acordo com o Carat Insights 2022, um levantamento do Instituto Locomotiva encomendado pelo Fiserv, a integração do online e do offline no varejo é hoje algo exigido por 88% dos consumidores. De forma complementar a essa informação, uma pesquisa do CB Insights mostrou que não é apenas isso: as experiências no digital têm influenciado as expectativas dos consumidores nas lojas físicas. Eles topam, por exemplo, comprar na loja física e receber em casa ou comprar online e retirar na loja. As interações, portanto, hoje acontecem em ambos os modos. E não é para menos, visto que 85% dos consumidores preferem interagir com marcas de ambas as formas. É assim que os varejistas que lançam mão da abordagem omnichannel têm se tornado líderes de mercado — mais de 90% das marcas que já se adaptaram à experiência omnichannel estão à frente da concorrência, segundo o estudo. Os bons resultados obtidos, aliados aos hábitos de consumo dos brasileiros – que tendem a ser receptivos ao uso de novas tecnologias – e à retomada econômica no contexto da pandemia, passaram a chamar a atenção também dos pequenos varejistas, como é o caso de Maikon Gorges. Omnicanalidade no varejo! Administrador do Supermercado De Angelina, de Balneário Camboriú (SC), Maikon adotou a estratégia em dezembro de 2020. Ele conta que a princípio tinha muita cautela em relação à gestão de conteúdo, ao investimento e aos custos de implementação. Mas, a possibilidade de ter mais facilidade e agilidade nas divulgações de ofertas, novidades e vídeos institucionais de fornecedores falou mais alto. “As ofertas ficaram mais claras com as imagens dos produtos e a fachada da loja, mais limpa, sem aquele monte de placas de papel”, conta ele, que implantou a sinalização digital na fachada do comércio. Para concretizar sua nova estratégia, Maikon elegeu uma plataforma de distribuição de conteúdo na nuvem, a uSign. Uma das grandes vantagens da escolha foi o fato dela deixar o caminho preparado para quando decidir dar o próximo passo rumo à diferenciação no mercado e ampliar a comunicação para diferentes canais simultaneamente. Afinal, a uSign não apenas agilizou a distribuição do conteúdo na fachada e deixou a informação mais clara, como também está apto a distribuir o conteúdo entre diferentes canais – e-mail, SMS, redes sociais, dentre outros – oferecendo aos clientes experiências unificadas e customizadas. Veja também este texto no portal Terra, no portal Mundo Marketing e também na Agência Globo Acompanhe a jbetc nas redes sociais: Facebook, Instagram, no Linkedin e no Youtube!
Arte em NFTs: iniciativa inédita no Brasil visa ampliar conhecimento sobre o tema

Parceria entre coletivo de artistas brasileiros e empresa de tecnologia digital nacional usará displays digitais para disseminar conteúdo acerca da tecnologia. As artes em NFT (token não fungível) são uma das novidades mais quentes do universo artístico — e têm movimentado milhões de dólares. Alguns exemplos desse sucesso são a NFT dinâmica da Casa Battló, de Barcelona, assinada por Refik Anadol, que este ano foi leiloada em Nova York por mais de um milhão de dólares (aproximadamente sete milhões de reais), e o artista Mike Winkelmann, conhecido como Beeple, que teve uma colagem vendida por mais de 60 milhões de dólares (aproximadamente 342 milhões de reais) em 2021. As peças de arte multimídia e digital são vendidas com certificado de autenticidade, a ferramenta NFT, por sua vez, baseia-se na tecnologia blockchain, que atua como um livro contábil que faz o registro de transações de criptomoedas, de forma que esse registro seja confiável e imutável. Desta maneira, o proprietário da obra digital é resguardado. Apesar de vir a público ante a aquisição milionária de famosos, nem só de glamour vive a arte NFT. Inclusive, empresários também têm demonstrado grande interesse por essas artes intangíveis. Pesquisas mostram que 32% dos profissionais entrevistados afirmaram que exibiriam uma NFT em smart TVs e 30%, em displays digitais. No Brasil, já é possível acompanhar artistas e empresas que buscam fazer parte desse momento histórico. Em abril, na 18ª edição do SP-Arte, Festival Internacional de Arte de São Paulo, a novidade nos estandes foram justamente as obras virtuais em NFTs, apresentadas por algumas galerias. No entanto, segundo os galeristas, a curiosidade foi maior do que o interesse pela compra. O motivo para tanto pode ser a falta de familiaridade do público com a nova dinâmica de compra e venda de arte. Pensando nisso – e com o propósito de dar o devido valor ao movimento – a Jbtec Digital Signage, primeira empresa a comercializar softwares para sinalização digital no país, firmou parceria com um grupo de artistas brasileiros com o propósito de investir na propagação da arte NFT pelo mundo. “Disponibilizaremos para nossos clientes um conteúdo inovador, elaborado pelos artistas brasileiros com o objetivo de conscientizar a audiência sobre essa nova tendência, além de disponibilizarmos arte de qualidade para displays digitais em todo o Brasil”, conta Bruno Gianzanti, CEO da Jbtec. A novidade gera empolgação no empresário, que vê nela uma grande oportunidade para que a empresa de software e computação em nuvem especializada em displays digitais estabeleça pontes entre marcas e público nas mais diversas regiões e lugares. “Os NFTs tornaram-se uma das maiores tendências do mundo dos criptoativos, e parte dos brasileiros já foi impactada por alguma notícia envolvendo a sigla”, diz. Valorizando artistas nacionais e a disseminação de suas obras, ele pontua que além da Jbtec gerar valor a si mesma ao participar desse momento histórico, ela gerará valor também a todos os outros envolvidos nesse ecossistema — a audiência, o artista e o canal de exibição. Mas, Gianzanti explica que ainda há uma barreira: a população brasileira precisa ser familiarizada com os conceitos de NFTs e blockchain. Para isso, ambos devem ser descomplicados. É aí que entra a atuação dos artistas, que além de divulgarem suas obras, produzirão conteúdo com o objetivo de desmistificar o tema e a ideia de que obras NFTs estão ao alcance apenas dos mais afortunados. O coletivo começou no Twitter com artistas internacionais e migrou para um grupo de conversa paralelo dentro da rede cujo foco se tornou investir na educação sobre o tema. A ideia do grupo composto por dez brasileiros que moram em diferentes países é gerar conteúdo e fazer ele chegar ao maior número de pessoas possível. A artista brasileira Fer Caggiano, radicada em Mount Pleasant, no estado da Carolina do Sul, Estados Unidos, é uma das integrantes do coletivo de artistas brasileiros pioneiros na iniciativa no país e explica que a maior motivação para a ação está no valor histórico do momento. “Estamos chamando isso de ‘Nova Renascença da arte’, porque a nova lógica está mudando a maneira como ela é percebida”, conta. O projeto piloto da ação já foi concluído e a previsão é que o conteúdo esteja disponível para exibição no mês de junho. Em um futuro não muito distante, a parceria tem objetivos ainda mais ambiciosos. “Parte do nosso planejamento foca na possibilidade da audiência realizar uma compra ou obter mais informações sobre o artista a partir de QRCodes, que serão exibidos nos displays digitais, no momento em que uma obra estiver em exibição”, conta Bruno. Jbtec Digital Signage A plataforma uSign da Jbtec possibilita a presença da comunicação em displays digitais— o que pode ser excelente para estratégias de marketing, visto que os displays são vistos pelas mais diversas pessoas. Há 18 anos no mercado, ela é sinônimo de inovação em tecnologia, visto que foi a primeira empresa a comercializar softwares para sinalização digital (Digital Signage) no país e também foi precursora na criação do modelo SaaS (Software as a Service) para esse mercado. Além disso, foi a primeira a desenvolver uma plataforma de software para sinalização digital com integração e automação de dados, a uSign. Siga a Jbtec nas redes sociais: Facebook, Instagram, Linkedin, Twitter e Youtube