O mercado saiu da fase “vamos instalar telas” e entrou na fase “isso precisa gerar valor, escala e segurança”

Durante muitos anos, o principal objetivo de um projeto de Digital Signage era simples: instalar telas. A conversa girava em torno de: tamanho do display, modelo do player, tipo de suporte, passagem de cabos. Quando as telas estavam ligadas e exibindo conteúdo, o projeto era considerado um sucesso. Hoje, isso não é mais suficiente. O mercado amadureceu. E com ele, as exigências também. A primeira fase: expansão e experimentação Houve um momento claro de expansão. Empresas queriam modernizar ambientes, substituir cartazes, criar impacto visual. Era a fase da presença: “Precisamos ter telas.” Muitos projetos nasceram nesse contexto. Alguns prosperaram. Outros ficaram pelo caminho. O problema não era a tecnologia. Era a ausência de um modelo estratégico por trás dela. A nova fase: valor, escala e segurança Agora a pergunta mudou. Não é mais: “Quantas telas vamos instalar?” É: “O que essas telas geram para o negócio?” Essa mudança é profunda. E definitiva. Hoje, três pilares determinam a maturidade de um projeto de Digital Signage. 1. Valor Valor significa impacto mensurável. No varejo: aumento de conversão, ticket médio maior, venda cruzada. Na indústria: redução de acidentes, melhoria de produtividade, clareza operacional. Na comunicação interna: alinhamento estratégico, engajamento, redução de ruído. Se a tela não influencia comportamento, decisão ou performance, ela é apenas um monitor ligado na parede. O mercado passou a exigir ROI, indicadores e justificativa de investimento. 2. Escala Projetos isolados são fáceis. Projetos com 50, 100 ou 500 pontos exigem outra arquitetura. Escala exige: padronização, governança, processos, controle centralizado, monitoramento, automação. Não pode depender de: pendrive, intervenção manual, conhecimento tácito de alguém específico. Escala é previsibilidade. Empresas que crescem precisam que a operação funcione da mesma forma em todas as unidades. Digital Signage, quando bem estruturado, vira parte dessa engrenagem. 3. Segurança Esse talvez seja o ponto mais subestimado, e que mais cresce em importância. As telas hoje estão: conectadas à rede corporativa, integradas a sistemas, operando em cloud, espalhadas por múltiplas localidades. Cada player é um dispositivo conectado. Sem: controle de acesso, atualização remota, políticas de segurança, segmentação de rede, logs e auditoria, o projeto vira uma vulnerabilidade. Segurança deixou de ser diferencial técnico e passou a ser requisito estratégico. Nenhum CIO hoje aprova um projeto que não considere isso. O erro que ainda vemos Muitas empresas ainda operam com mentalidade da fase anterior. Instalam as telas. Mas não estruturam: modelo operacional, indicadores, governança, política de segurança, planejamento de crescimento. O resultado? Projetos que começam fortes e perdem relevância com o tempo. O que diferencia os projetos maduros Os projetos mais sólidos que acompanho têm características claras: Começam pelo objetivo de negócio, não pela tela Definem responsáveis e processos Integram dados e sistemas Medem impacto Planejam crescimento desde o início Tratam segurança como parte da arquitetura Eles não veem Digital Signage como mídia. Veem como infraestrutura estratégica. A transformação silenciosa O mercado global já está nessa fase. Grandes redes de varejo, concessionárias, hospitais, indústrias e ambientes corporativos não perguntam mais “qual TV usar”. Perguntam: Como isso integra com meus dados? Como escalo para 200 unidades? Como garanto controle e segurança? Como provo resultado? Essa é a diferença entre modernização estética e transformação operacional. Conclusão O Digital Signage não deixou de ser visual. Mas deixou de ser apenas visual. A fase da instalação ficou para trás. Entramos na fase da responsabilidade estratégica. Empresas que entenderem isso vão extrair valor real das telas. As que não entenderem continuarão com monitores ligados — e potencial desligado. Ter telas é simples. Fazer delas um ativo seguro, escalável e gerador de valor é decisão de gestão.
Como a JBtec levou controle, escala e padronização à comunicação digital da Renault

Em redes distribuídas, como o varejo automotivo, comunicação digital não é apenas conteúdo. É operação, controle, padronização e experiência de marca. Foi exatamente esse o desafio enfrentado pela Renault ao decidir evoluir a forma como sua comunicação digital era gerida em toda a rede de concessionárias no Brasil. O cenário antes do projeto Antes da parceria com a JBtec, a Renault operava com uma plataforma dissociada dos serviços de gestão e operação. Na prática, isso resultava em processos fragmentados, forte dependência de ações manuais nas concessionárias e ausência de uma gestão centralizada das telas. A atualização de conteúdos não seguia um padrão único e o monitoramento da rede acontecia de forma limitada, dificultando o controle e a previsibilidade da operação. As limitações do modelo anterior Esse modelo apresentava desafios relevantes para uma rede de grande escala: pouca visibilidade sobre o status real das telas baixa agilidade para atualização de campanhas e comunicações dificuldades de suporte e resolução de falhas inconsistência na padronização visual entre concessionárias ausência de indicadores confiáveis para a gestão da operação Com a evolução do varejo automotivo e a crescente importância da experiência no showroom, esse cenário deixou de ser sustentável. Por que a Renault abriu um processo de concorrência A Renault buscava uma solução mais robusta e integrada, que fosse além de um software isolado. O objetivo era encontrar um parceiro capaz de unir tecnologia e serviços especializados, garantindo: maior controle operacional escalabilidade em nível nacional confiabilidade técnica padronização da comunicação em toda a rede Por que a JBtec foi escolhida A escolha pela JBtec foi baseada em critérios técnicos e operacionais claros: solidez da plataforma tecnológica oferta integrada de gestão, operação e suporte capacidade de atendimento nacional experiência comprovada em projetos de grande escala flexibilidade para atender às necessidades específicas da Renault Mais do que implantar um sistema, a JBtec apresentou um modelo de operação estruturado, pensado para redes complexas e distribuídas. Implantação estruturada e transição segura A migração para a nova plataforma ocorreu de forma planejada e acompanhada de perto pela equipe da JBtec. O processo foi conduzido com comunicação clara em todas as etapas e mínimo impacto na rotina das concessionárias. Em poucas semanas após o início da implantação, a nova solução já estava operando plenamente em toda a rede, com estabilidade e performance superiores ao modelo anterior. Operação centralizada e ganhos reais no dia a dia Com a nova solução, a Renault passou a operar sua comunicação digital de forma centralizada, ágil e confiável. Entre as principais melhorias percebidas estão: atualização de conteúdos em tempo real maior padronização das mensagens redução significativa de falhas operacionais monitoramento contínuo das telas indicadores claros de funcionamento da rede O nível de controle e visibilidade da operação evoluiu de forma expressiva, trazendo mais previsibilidade para a gestão diária. Impacto na experiência do cliente Depoimento — Ana Julia Hofmeister, Marketing Renault “Um dos principais ganhos do projeto foi a evolução clara na padronização da comunicação visual e na consistência da experiência do cliente nos showrooms. Hoje, independentemente da concessionária, a comunicação reflete de forma uniforme o posicionamento da marca, fortalecendo a identidade da Renault em todos os pontos de contato com o consumidor.” — Ana Julia Hofmeister O valor entregue para o negócio “A nova solução trouxe para a Renault mais controle, padronização e confiabilidade na comunicação digital de toda a rede. Mais do que uma mudança tecnológica, o projeto mostrou como uma comunicação bem estruturada se torna um ativo estratégico para redes de grande escala.” — Ana Julia Hofmeister
Conteúdo que converte: storytelling visual para telas corporativas e varejo

O Digital Signage sempre foi tratado como uma evolução natural do cartaz impresso. O raciocínio era simples: se a tela é digital, basta colocar mais informação, mais movimento e mais conteúdo. A prática mostrou exatamente o contrário. Hoje, depois de acompanhar centenas de projetos em empresas e redes de varejo, posso afirmar com convicção:o que que define o sucesso de um conteúdo, é a forma como a mensagem é construída. E, cada vez mais, os projetos que geram resultado seguem um mesmo caminho: o do storytelling visual. O problema não é falta de conteúdo. É excesso sem narrativa. Um erro recorrente em projetos de comunicação digital é acreditar que a tela precisa dizer tudo. Promoções, avisos, vídeos institucionais, campanhas internas, indicadores, tudo disputando atenção ao mesmo tempo. O efeito disso é previsível. As pessoas olham, mas não veem. A mensagem não fixa. A tela vira parte da paisagem. Estudos internacionais sobre comportamento visual em ambientes físicos mostram algo bastante claro: o tempo médio de atenção diante de uma tela é curto. Em muitos contextos, estamos falando de poucos segundos. Isso muda completamente a lógica de comunicação. Não se trata de informar mais. Trata-se de contar melhor. Storytelling visual não é contar uma história longa. É criar sentido rápido. Quando falamos em storytelling para Digital Signage, não estamos falando de roteiros complexos ou narrativas elaboradas. Estamos falando de sequência lógica, clareza e intenção. Uma boa história visual responde rapidamente a três perguntas, mesmo que de forma implícita: O que é isso? Por que isso importa para mim? O que eu faço com essa informação? Em ambientes corporativos, isso pode significar transformar um indicador frio em um contexto compreensível. No varejo, significa sair do desconto genérico e conectar o produto a uma situação real de uso. Telas que convertem não gritam. Elas conduzem. A imagem vem antes do texto. Sempre. Outro ponto reforçado por boas práticas globais é a inversão da lógica tradicional de comunicação. Em telas, a imagem não ilustra o texto. O texto complementa a imagem. Projetos eficazes trabalham com mensagens visuais fortes, poucos elementos e textos curtos, quase como legendas. A leitura precisa ser intuitiva, quase automática. Quando alguém precisa parar para entender o que está sendo exibido, a comunicação já falhou. Isso vale tanto para campanhas de venda quanto para comunicação interna. Pessoas não leem telas como leem e-mails ou relatórios. Elas captam estímulos visuais em movimento, em meio a outras atividades. Uma tela. Uma mensagem. Um objetivo. Um princípio comum nos projetos mais maduros é a disciplina. Cada conteúdo exibido tem um único objetivo claro. No varejo, pode ser destacar um produto, reforçar um benefício ou direcionar uma ação. Em ambientes corporativos, pode ser orientar, engajar ou apoiar uma decisão operacional. Quando uma tela tenta cumprir vários objetivos ao mesmo tempo, ela não cumpre nenhum bem. Storytelling visual é também saber o que não mostrar. Contexto é o que transforma conteúdo em experiência. Outro aprendizado importante é o uso do contexto como parte da narrativa. O mesmo conteúdo não funciona da mesma forma em todos os lugares, horários ou situações. Telas eficientes consideram onde estão, quem passa por elas e em que momento do dia são vistas. Uma mensagem exibida na entrada de uma loja tem uma função diferente daquela exibida no caixa. Um conteúdo interno pela manhã comunica de forma diferente do mesmo conteúdo no fim do dia. Quando o conteúdo respeita o contexto, ele deixa de ser ruído e passa a ser experiência. O conteúdo sustenta o resultado. Há uma tentação constante de buscar novas tecnologias, formatos interativos ou efeitos visuais mais sofisticados. Tudo isso pode ajudar, mas apenas quando existe uma base sólida de estratégia e narrativa. As melhores redes globais de Digital Signage não são necessariamente as mais tecnológicas. São as mais consistentes. Elas sabem o que querem comunicar, para quem e com que objetivo. A tecnologia entra para garantir escala, padronização e controle. No fim do dia, telas que convertem não são as mais bonitas, nem as mais complexas. São as que respeitam o tempo e a atenção das pessoas. Conclusão Digital Signage eficiente não é sobre preencher telas. É sobre construir mensagens que façam sentido em poucos segundos. Storytelling visual não é um conceito abstrato ou uma tendência de marketing. É uma resposta prática à forma como as pessoas realmente se comportam diante das telas no mundo físico. Quando bem aplicado, ele transforma displays em ferramentas de venda, engajamento e comunicação real. Quando ignorado, transforma telas em decoração digital. Ter telas é fácil. Fazer com que elas comuniquem de verdade exige intenção, método e clareza.
Digital Signage como infraestrutura de experiência

Por que as telas deixaram de ser mídia e passaram a ser parte do sistema do negócio Durante muitos anos, o Digital Signage foi tratado como mídia. Uma TV na parede, um player, alguns vídeos rodando em loop e pronto: “temos digital signage”. Esse modelo funcionou por um tempo. Mas ele não acompanha mais a complexidade dos negócios, das operações e das expectativas de quem interage com esses ambientes. Hoje, tratar Digital Signage como mídia é subutilizar um ativo estratégico. O que está emergindo e já é realidade nos projetos mais maduros é o Digital Signage como infraestrutura de experiência. Da tela como fim à tela como meio Quando a tela é vista apenas como mídia, as perguntas costumam ser: O que vamos exibir? Qual vídeo passa melhor? Quantos segundos dura o loop? Quando a tela passa a ser infraestrutura, as perguntas mudam completamente: Que experiência este ambiente precisa entregar? Que decisões esta tela deve apoiar? Que dados ela consome e que dados ela gera? Como ela se conecta à operação, às pessoas e aos sistemas? Essa mudança de mentalidade é o divisor de águas entre telas decorativas e telas que trabalham para o negócio. Infraestrutura de experiência: o que isso significa na prática? Tratar Digital Signage como infraestrutura significa entendê-lo como uma camada permanente do ambiente, assim como: rede, energia, sistemas, automação, dados. As telas deixam de ser um “canal de comunicação” isolado e passam a ser interfaces vivas do espaço físico. Na prática, isso envolve: 1. Integração com sistemas e dados Telas conectadas a: sistemas operacionais, ERPs, CRMs, sensores, agendas, fluxos de pessoas, indicadores em tempo real. O conteúdo deixa de ser genérico e passa a ser contextual e situacional. 2. Experiência orientada ao momento Uma tela em uma recepção, fábrica, loja ou escritório não existe para entreter, ela existe para orientar, informar, acelerar decisões e reduzir fricções. O que importa não é o vídeo bonito, mas: se a informação chega no momento certo, se reduz dúvidas, se melhora fluxo, se gera clareza. 3. Escalabilidade e padronização Infraestrutura pressupõe: padrão, governança, replicabilidade. Não pode depender de: pendrive, improviso, boa vontade local. Projetos de Digital Signage maduros funcionam da mesma forma em uma unidade ou em mil, com controle central, regras claras e operação previsível. 4. Governança clara Quando Digital Signage vira infraestrutura, surge uma pergunta inevitável: Quem é o dono dessa tela? Sem governança, a tela vira território de disputa: marketing, RH, operações, TI, cada um puxa para um lado. Infraestrutura exige: papéis definidos, regras de uso, critérios de prioridade, métricas de sucesso. Sem isso, a tecnologia até funciona, o projeto, não. O erro mais comum que ainda vemos no mercado Empresas investem pesado em: TVs, players, suportes, cabeamento. Mas operam tudo como se fosse um projeto de mídia improvisado. O resultado? telas fora do ar, conteúdo desatualizado, mensagens irrelevantes, zero mensuração de impacto. O problema quase nunca é a tecnologia. É o modelo mental aplicado ao projeto. Digital Signage como ativo estratégico Quando bem estruturado como infraestrutura, o Digital Signage: melhora a experiência de clientes e colaboradores, aumenta eficiência operacional, reduz ruído de comunicação, cria ambientes mais inteligentes, gera dados, sustenta crescimento em escala. Ele deixa de ser custo e passa a ser ativo digital do espaço físico. Conclusão O mercado amadureceu. As telas continuam as mesmas. O que mudou foi o papel delas. Empresas que ainda tratam Digital Signage como mídia vão continuar tendo TVs ligadas… Empresas que o tratam como infraestrutura de experiência constroem ambientes que funcionam melhor, comunicam melhor e performam melhor. Ter telas é fácil. Transformá-las em infraestrutura estratégica é uma decisão.
O que separa TVs comuns de uma comunicação digital inteligente?

Hoje é quase impossível entrar em uma empresa, loja, clínica ou recepção sem encontrar uma TV ligada. A boa notícia: as telas já estão lá. A má notícia: na maioria dos casos, elas não estão trabalhando a favor do negócio. Sem estratégia, gestão e propósito, as TVs viram apenas o que chamamos de decoração digital — estão ligadas, mas não informam, não engajam e não geram resultado. Após mais de 20 anos implantando projetos de Digital Signage no Brasil, identificamos padrões claros de erros que se repetem em diferentes segmentos. A seguir, os cinco mais comuns — e como resolvê-los de forma prática. Erro 1 — Atualizar conteúdo por pendrive ou manualmente Este ainda é um cenário muito frequente. Alguém cria um vídeo ou apresentação, coloca em um pendrive e conecta na TV. Quando é necessário atualizar, alguém precisa lembrar de trocar o arquivo — e, em redes maiores, cada unidade faz de um jeito. Consequências: Conteúdo desatualizado no ar Mensagens incorretas ou vencidas Falta de padrão entre unidades Dependência de pessoas específicas Solução: Gestão centralizada de conteúdo via plataforma online, permitindo atualizar todas as telas remotamente em segundos. Se atualizar uma tela depende de um pendrive, sua comunicação ainda não é digital. Erro 2 — Não ter uma estratégia de conteúdo Muitas empresas instalam telas, mas não definem claramente o que deve ser exibido e por quê. O resultado costuma ser: Vídeos aleatórios Conteúdo repetitivo Telas ligadas sem objetivo claro Quando não existe propósito, ninguém presta atenção. Solução: Planejamento de conteúdo orientado a metas, como: Informar colaboradores Engajar clientes Apoiar vendas Reforçar posicionamento de marca Tela sem objetivo não gera resultado — apenas ocupa espaço. Erro 3 — Falta de padronização entre unidades Em redes de lojas, concessionárias, clínicas ou indústrias, é comum cada unidade cuidar das próprias telas. Isso gera: Marca visual inconsistente Campanhas nacionais demorando para chegar Experiências diferentes em cada ponto Foi exatamente esse desafio que resolvemos em operações nacionais, como no projeto da Renault Brasil, onde a comunicação do showroom das concessionárias passou a ser centralizada, sincronizada e monitorada. Solução: Uma única plataforma que distribui campanhas para todas as unidades, garantindo padrão visual e agilidade operacional. Erro 4 — Não medir o que está acontecendo Muitas empresas não sabem sequer: Se a tela está ligada Se o conteúdo está rodando corretamente Se houve falha no player Sem monitoramento, não existe controle. Sem controle, não existe melhoria. Solução: Monitoramento remoto, logs de execução e indicadores operacionais que garantem: Telas sempre online Conteúdo correto no ar Comprovação de execução das campanhas O que não é medido, não pode ser melhorado. Erro 5 — Acreditar que Digital Signage é apenas “passar vídeo na TV” Este é o erro mais limitante de todos. Na prática, telas corporativas podem: Integrar dados internos Exibir dashboards operacionais Mostrar catálogos digitais Permitir configuradores de produtos Organizar filas de atendimento Captar leads no ponto de venda Ou seja: Não são TVs. São interfaces digitais de negócio. Conclusão Ter TVs na empresa já não é diferencial. O diferencial está em como elas são usadas. Com estratégia, tecnologia e operação adequada, telas deixam de ser custo e passam a ser: Canal de comunicação interna Ferramenta de vendas Experiência para clientes Instrumento de gestão operacional Digital Signage não é sobre telas. É sobre resultado.
Tecnologia nacional permite expansão da sinalização digital no país

Empresa de sinalização digital desenvolve uma plataforma versátil que permite expansão da tecnologia no país Há 18 anos no mercado, jbtec investe em tecnologia para se reinventar e almeja conquistar o mercado internacional. O número de empresas no mundo que consideram a inovação entre as três principais prioridades de suas organizações já passa dos 75%, segundo a Most Innovative Companies 2022, pesquisa realizada pela consultoria BCG. No Brasil, inspiradas pelo movimento crescente das startups – que saltou de 4.151 em 2015 para 13.700 em 2021, segundo a Abstartups –, as empresas já consolidadas também investem na inovação para se reposicionar no mercado e ganhar destaque ante a concorrência. Esse é o caso da jbtec, empresa nacional de software e computação em nuvem que atua no mercado de sinalização digital. Uma das pioneiras no segmento, a jbtec por muito tempo teve como modelo de atuação a oferta de softwares internacionais. Em 2018, porém, tomou a decisão estratégica de investir na sua própria tecnologia e se reposicionar no mercado. Como resultado, lançou em 2020 a primeira versão da uSign, uma plataforma para gestão de conteúdo com ênfase em comunicação digital. Depois de aproximadamente dois anos de operação e ajustes finos, a solução começa a adentrar no âmbito internacional, com a inserção no mercado europeu e também nos demais países das Américas. Foco na tecnologia A proposta de desenvolver uma tecnologia própria veio com o objetivo de sanar uma dor latente dos proprietários da jbtec, que viam o potencial de crescimento da sinalização digital expandido para pequenas e médias empresas frente ao avanço tecnológico, mas enfrentavam problemas de adaptação para o mercado com as soluções importadas. “Acompanhamos de perto o nascimento e substituição de diversas tecnologias e notamos que, cada vez mais, a sinalização digital se tornava uma realidade para pequenos empresários mundo afora”, justifica Bruno Gianzanti, CEO da jbtec. A maior dificuldade para a popularização da tecnologia no Brasil, segundo o empresário, estava no fato de que embora o país apresentasse um número crescente de pequenos novos negócios, a conversão da moeda fazia dela pouco acessível para a maioria deles, além das questões com relação à língua e acesso ao suporte. “Sabíamos que precisávamos de uma opção economicamente mais viável. Mas, em um segundo momento, percebemos que não era apenas isso. Precisávamos também de uma solução com gestão simplificada, que se distanciasse da linguagem técnica dos veículos de comunicação, para permitir que o empresário se aproximasse do seu público através desta ferramenta de comunicação e marketing”, explica o CEO. O responsável por desenvolver o framework foi o CTO da empresa, Nélio Santos. Integrando o board de sócios, 15 meses após o início do trabalho e muito estudo, ele desenhou o novo produto, agregando um valor até então omitido. “Nos sistemas tradicionais, a pessoa tem que ter muitos conhecimentos de veículos de comunicação tradicionais, como as operadoras de TV. Este é um processo tão extenuante a ponto de existirem empresas especializadas em apenas criar e manter canais para este fim. O mercado precisava de algo diferente, que permitisse que as pessoas sem esse conhecimento específico colocassem a informação como consomem”, observa Nélio. “Por entender o papel social que temos, acrescentei o olhar sensível de tornar a tecnologia disponível às microempresas e microempreendedores, para ajudá-los a progredirem. Afinal, a propaganda é a alma do negócio. Isso é tão importante para gente, que hoje que o plano inicial da uSign é gratuito”, observa. Desenvolvimento No total, foram 2 anos de preparação até o lançamento da plataforma. Os 12 meses iniciais, foram dedicados à formação do primeiro time de desenvolvedores. Para utilizar as tecnologias mais avançadas do mercado sem encarecer o produto, a diretoria decidiu firmar parceria com universidades de tecnologia e investir na capacitação de jovens desenvolvedores, mantendo um programa contínuo. A decisão reforçou também o compromisso social da empresa com o mercado brasileiro, proporcionando uma oportunidade para que os jovens pudessem ingressar no mercado de trabalho e no seu primeiro emprego. Os meses seguintes foram dedicados efetivamente ao desenvolvimento. Em julho de 2020 a uSign estreava no mercado. “Após o desenvolvimento, tivemos a felicidade de ter alguns clientes da base se voluntariando para o piloto da solução, acelerando ainda mais o nosso processo de ajustes, suporte e planejamento do produto. Foi quando validamos o conceito com a necessidade do mercado”, revela Nélio. Como resultado, em um ano de go to marketing, o uSign já correspondia a um percentual expressivo da receita da jbtec. Em números absolutos, entre clientes de gestão de conteúdo e de sinalização digital utilizando a plataforma, já são: 24 empresas clientes com 600 usuários ativos, 100 aplicativos personalizados com 910 formulários de interface e 270 entidades de dados ativas e mais de 500 players de sinalização digital ativos. Como funciona? Em resumo, a uSign é uma plataforma de comunicação digital oferecida no formato SaaS (Software as a Service), projetada para criar uma experiência digital omnicanal. Utilizando low-code (pouca codificação), ela permite que os contratantes a personalizem de acordo com a identidade visual da sua marca e com as funcionalidades exigidas pelo segmento de atuação, no chamado white label. Embora desenvolvida inicialmente com o propósito de sanar as dores da empresa no ramo de sinalização digital, o resultado mostrou tamanha versatilidade que sua atuação já foi expandida para outras vertentes de atuação como plataforma para projetos de e-learning, RPA e orquestração de dados. Brasil afora A rápida aceitação no mercado nacional e o networking alimentado pelos sócios como representantes de soluções no exterior, abriram as portas para que a uSign desse recentemente um novo passo: a expansão para o mercado internacional. “Embora nossa solução já seja utilizada por empresas multinacionais com sede no Reino Unido, Japão e até Itália, esse será um passo importante para validar a solução no mercado internacional. Para isso, a plataforma uSign da jbtec está com executivos comerciais na Europa e nas Américas”, anuncia Bruno. “Assim como no Brasil a jbtec implementou a plataforma e gerencia milhares de displays nos mais diversos segmentos e tamanhos de negócios,
Sinalização digital se torna diferencial do varejo no pós-pandemia

Avanço da tecnologia permite que estratégia seja viabilizada também pelos pequenos e médios empresários O Novo Normal instituído pela pandemia do Covid-19 provocou – e ainda provoca – mudanças comportamentais em todo o mundo, exigindo que consumidores e empresários se adaptem à nova realidade. No varejo, a sinalização digital tem se destacado como caminho para sobressair ante a concorrência, não apenas entre as grandes franquias, como também entre os pequenos e médios empresários. Dados da Grand View Research mostram que o mercado da sinalização digital foi estimado em US$ 23,12 bilhões em 2021 e deve expandir a uma taxa de crescimento anual (CAGR) de 7,7% de 2022 até 2030. O segmento de varejo foi responsável pela maior participação de receita, correspondendo a mais de 20,0% no ano passado, o que firma a solução como uma das fortes tendências nas estratégias de marketing do setor. “Grande parte dos empresários já conhece ou já viu em algum lugar um projeto de sinalização digital. Se ainda não sabem todos os seus benefícios, no mínimo eles já sabem que seus concorrentes sabem”, contextualiza Bruno Gianzanti, CEO da jbtec, empresa que há 17 anos trabalha com sinalização digital no Brasil. Ele observa que, se no passado a sinalização digital se firmou como exclusividade entre as grandes franquias, hoje a solução é imperativa também para pequenos e médios empresários do varejo que desejam se recuperar economicamente no pós-pandemia. A evolução se deve ao avanço da tecnologia, que tornou a alternativa melhor compreendida e mais acessível, abrindo novas oportunidades para esses empresários. “O orçamento não é mais o fator determinante e a tecnologia simplificou muito a implantação e uso da sinalização digital. Com isso, estamos vivendo uma explosão da sua popularidade, principalmente para as pequenas empresas que não precisam mais contratar uma empresa intermediária, ou seja, podem fazer tudo sozinhas”, analisa Gianzanti. Perspectivas Embora o meio online tenha assumido papel central durante a pandemia, o retorno ao off-line é uma das grandes tendências no pós-pandemia. Mas, o caminho não será o mesmo conhecido anteriormente. “Como as compras on-line assumiram um papel central, o off-line deve se ajustar a essa realidade ou corre o risco de ser derrubado pelas empresas mais amigáveis ao digital. É importante entender que toda a maneira como interagimos nos espaços físicos será transformada”, observa o empresário. Na vanguarda da transformação do varejo frente ao novo comportamento do consumidor, as telas são hoje as ferramentas mais difundidas para canalizar os mundos on-line e off-line no conceito phygital. “A sinalização digital permite que empresas tenham uma oportunidade única de se adaptar a esses tempos de mudança, utilizando displays digitais para fornecer aos clientes e colaboradores total acesso às informações de que precisam e quando precisam”, enfatiza o CEO da jbtec reforçando que as perspectivas para o futuro apontadas pela Grand View Research não são aleatórias. Aplicabilidade A demanda por anúncios digitalizados para marketing e promoção de produtos e serviços foi a que mais impulsionou a decisão pela adoção da sinalização digital no varejo, de acordo com a Grand View. No entanto, o seu poder de atração dos clientes vai muito além das vendas, sendo muitas vezes utilizada com o objetivo de melhorar a experiência dos clientes. “A sinalização digital tem tudo a ver com o envolvimento do consumidor. Ela nivela o campo de atuação, promove a singularidade do negócio e ajuda a garantir a sobrevivência da pequena empresa”, conclui Gianzanti. Acompanhe a jbetc nas redes sociais: Facebook, Instagram, no Linkedin e no Youtube!
Omnicanalidade: pequenos empresários agregam valor aos seus negócios

Integração entre ambiente online e offline facilita a experiência de compra dos consumidores e ação estratégica pode começar pela comunicação. Pequenos empresários atentos às novas tendências têm se conscientizado de que a comunicação digital é a aliada ideal para dar início à jornada de integração de canais de vendas físicos e virtuais. A ação dá ênfase ao conceito de “omnicanalidade”, que se tornou essencial até mesmo para os pequenos varejistas se manterem competitivos no mercado. De acordo com o Carat Insights 2022, um levantamento do Instituto Locomotiva encomendado pelo Fiserv, a integração do online e do offline no varejo é hoje algo exigido por 88% dos consumidores. De forma complementar a essa informação, uma pesquisa do CB Insights mostrou que não é apenas isso: as experiências no digital têm influenciado as expectativas dos consumidores nas lojas físicas. Eles topam, por exemplo, comprar na loja física e receber em casa ou comprar online e retirar na loja. As interações, portanto, hoje acontecem em ambos os modos. E não é para menos, visto que 85% dos consumidores preferem interagir com marcas de ambas as formas. É assim que os varejistas que lançam mão da abordagem omnichannel têm se tornado líderes de mercado — mais de 90% das marcas que já se adaptaram à experiência omnichannel estão à frente da concorrência, segundo o estudo. Os bons resultados obtidos, aliados aos hábitos de consumo dos brasileiros – que tendem a ser receptivos ao uso de novas tecnologias – e à retomada econômica no contexto da pandemia, passaram a chamar a atenção também dos pequenos varejistas, como é o caso de Maikon Gorges. Omnicanalidade no varejo! Administrador do Supermercado De Angelina, de Balneário Camboriú (SC), Maikon adotou a estratégia em dezembro de 2020. Ele conta que a princípio tinha muita cautela em relação à gestão de conteúdo, ao investimento e aos custos de implementação. Mas, a possibilidade de ter mais facilidade e agilidade nas divulgações de ofertas, novidades e vídeos institucionais de fornecedores falou mais alto. “As ofertas ficaram mais claras com as imagens dos produtos e a fachada da loja, mais limpa, sem aquele monte de placas de papel”, conta ele, que implantou a sinalização digital na fachada do comércio. Para concretizar sua nova estratégia, Maikon elegeu uma plataforma de distribuição de conteúdo na nuvem, a uSign. Uma das grandes vantagens da escolha foi o fato dela deixar o caminho preparado para quando decidir dar o próximo passo rumo à diferenciação no mercado e ampliar a comunicação para diferentes canais simultaneamente. Afinal, a uSign não apenas agilizou a distribuição do conteúdo na fachada e deixou a informação mais clara, como também está apto a distribuir o conteúdo entre diferentes canais – e-mail, SMS, redes sociais, dentre outros – oferecendo aos clientes experiências unificadas e customizadas. Veja também este texto no portal Terra, no portal Mundo Marketing e também na Agência Globo Acompanhe a jbetc nas redes sociais: Facebook, Instagram, no Linkedin e no Youtube!
Indoor ou outdoor: entenda as diferenças entre os modelos de mídias

Saiba a diferença entre a mídia indoor e outdoor e descubra qual a ideal para você! A comunicação é uma das principais formas de acesso entre marca e público. Ela é a responsável por promover aproximação, manter o relacionamento e engajar todos os envolvidos. Assim, é fator primordial para proporcionar a experiência do cliente com qualidade. Com o aumento dos recursos tecnológicos, um processo de comunicação otimizado é cada vez mais necessário para o sucesso de qualquer empresa. Por isso, a adoção de soluções para auxiliar no fluxo de informações é uma boa alternativa para quem deseja atingir o público de forma eficaz. Dessa forma, entender os conceitos de mídia indoor e outdoor é imprescindível para que você pense a sua estratégia da melhor forma possível, levando em consideração seus próprios objetivos. Confira, neste artigo, tudo sobre a diferença entre indoor e outdoor, e aprenda a encontrar a melhor solução para seu negócio. Indoor ou outdoor: quais são as diferenças? Quando falamos nesses dois modelos de comunicação, a principal diferença está no lugar em que são veiculados. Enquanto o indoor é exibido em ambientes fechados, o outdoor apresenta-se em ambientes abertos. Apesar da simples diferença, cada um atinge a audiência de diferentes maneiras. Por isso, devem ser pensados de acordo com o objetivo da estratégia naquele momento. Por ser um conteúdo apresentado internamente, o formato indoor tende a atingir um menor número de pessoas. Logo, existe maior gerenciamento de conteúdo para aquele determinado público. Assim, a comunicação pode ser mais direcionada. Em contrapartida, o outdoor abrange maior audiência. Com isso, o reconhecimento da marca aumenta, embora isso faça com que suas mensagens não sejam tão segmentadas. Veja, a seguir, as principais vantagens de cada e como podem ser utilizadas. Entenda as vantagens da Mídia Indoor O formato indoor, por estar mais próximo dos clientes, é considerado de alto impacto. Isso porque é possível que o gerenciamento deste conteúdo seja segmentado para atingir as principais dores do público naquele momento. Assim, você pode engajar, informar e entreter quem está presente. De forma mais ativa, ainda é possível realizar conversões de vendas, por exemplo, ao dialogar diretamente com as necessidades do consumidor. Dessa forma, se estiver conforme o objetivo da marca, pode ser adotada por qualquer ramo de mercado, como redes de varejo, bancos, supermercados, lojas de departamento, espaços corporativos, pontos de venda, etc. Por se tratar de uma mensagem segmentada, podem ser apresentadas promoções pontuais, informações externas ou internas, por exemplo. E quais as vantagens da Mídia Outdoor? Por sua vez, a mídia outdoor pode ser uma boa alternativa para quem deseja trabalhar o reconhecimento de marca ou atingir mais público em suas ações e campanhas. Para isso, devem ser posicionadas em locais estratégicos e com grande fluxo de pessoas. Ainda que suas mensagens não sejam tão segmentadas, é fundamental contar com um planejamento que vise efetividade ao atingir o público. Outra vantagem é que com o outdoor, é possível utilizar de diferentes meios de propagação, como em pontos de ônibus, por exemplo. Dessa forma, pode ser usado para anunciar lançamentos, promover grandes promoções ou, até mesmo, convidar para conhecer a marca. E agora? Qual usar? Como vimos anteriormente, ambos os métodos apresentam vantagens significativas, que podem potencializar o processo comunicacional de sua empresa. Contudo, para escolher o que mais se adapta ao seu negócio, é precisa levar em consideração quais os seus objetivos para aquela comunicação. Assim, se você buscar por conversões mais diretas e mensagens que só farão sentido em determinado contexto, vale apostar no formato indoor. Por sua vez, se busca maior audiência e repercussão com o público, o outdoor será o ideal. Contudo, vale ressaltar que um modelo não anula o outro. Logo, é possível investir nos dois, diferenciando as abordagens e propósitos. A verdade é que, independente do meio, o gerenciamento da comunicação é essencial para todos os negócios. Atualmente, é impossível fugir de mídias e tecnologias: a transformação digital é uma realidade. É preciso que o mercado se aproprie desses conceitos. Com fluxos interativos e engajadores é possível impactar o público e manter um relacionamento de confiança. Por isso, conte com ferramentas e soluções que facilitam seu processo. Com a sinalização digital, por exemplo, é possível elevar o nível da comunicação e destacar-se dos concorrentes. Referência no mercado do digital signage, a jbtec pode te ajudar a implementar uma rede de sinalização que vai potencializar sua estratégia. Conheça nossos serviços!
Vitrine digital: 4 vantagens de usar a tecnologia a seu favor!

Você já pensou em implementar a vitrine digital na sua empresa? Ela é uma evolução dos modelos comuns, trazendo maior personalização e interatividade com o suporte da tecnologia. Contudo, apesar de ser uma tendência, muitas empresas ainda não se familiarizaram com o conceito. Como consequência, ocorre a perda de oportunidades e benefícios que a estratégia pode trazer. Afinal, também é importante acompanhar as tendências para se destacar e se manter relevante no mercado. Neste conteúdo, você aprenderá o que é vitrine digital e 4 vantagens de utilizá-la em sua empresa. Continue a leitura e saiba mais! O que é vitrine digital? A vitrine digital tem a mesma função que o modelo tradicional: atrair compradores. No entanto, o seu formato utiliza ferramentas digitais para montar uma apresentação ao público. Ela funciona por meio de displays digitais, montados conforme a estratégia da empresa. Porém, não se trata simplesmente de várias TVs utilizadas para a transmissão. Os displays não possuem bordas e se unem, criando um grande telão com imagem de alta qualidade. Depois, por meio de um software, são transmitidas diferentes campanhas, que podem contar com imagens, vídeos e peças interativas para os consumidores. Ou seja, a empresa terá liberdade para expor uma gama maior de produtos e, até mesmo, utilizar ferramentas e tecnologias complementares — como sensores acoplados —, que permitam mudar o que é transmitido conforme o público presente. 4 vantagens de utilizar a vitrine digital em seu negócio Implementar a tecnologia para criar uma vitrine digital em seu negócio pode trazer diversos benefícios. Então, a seguir, você entenderá como a estratégia pode ser vantajosa para a sua empresa. Veja só: 1. Dinamismo de informações Você já viu que a vitrine digital pode transmitir diferentes tipos de conteúdos. Isso traz maior dinamismo e consegue atrair públicos que já estão mais acostumados com os conteúdos digitais. As mensagens transmitidas também costumam ser pequenas e diretas, permitindo uma leitura mais rápida e assimilação pelo público. Ou seja, é uma forma de apresentar informações relevantes, de forma mais prática e atrativa. 2. Apelo visual Ao compor uma vitrine, é comum pensar no apelo visual para atrair o público. Com a ferramenta digital, a estratégia se torna mais simples e eficaz, já que as telas não trazem as mesmas limitações que uma composição física. Como você viu, o dinamismo das informações e a possibilidade de utilizar os diferentes formatos são uma forma de utilizar um gatilho mental importante: a atenção involuntária. Ainda que o consumidor não tenha a intenção de acompanhar a transmissão, é comum que ele seja atraído pelos painéis. 3. Poder de persuasão Seguindo a vantagem anterior, a Pesquisa Outdoor Effectivness demonstrou que 44% das pessoas afirmam que acompanham o conteúdo das transmissões por sinalização digital. Em relação à atratividade, os números são ainda maiores: 63% dos entrevistados falaram que essas práticas conseguem capturar a sua atenção em diferentes momentos. Com isso, desde que as campanhas sejam bem desenvolvidas, também é possível ter um poder maior de persuasão sobre os clientes. Para tanto, é possível utilizar diferentes gatilhos mentais, além de aproveitar para criar ofertas diferenciais e verdadeiras experiências com as transmissões. 4. Custo-benefício Ao pensar na implementação da estratégia, é comum ter preocupações com os gastos envolvidos. Todavia, ela consegue trazer um ótimo custo-benefício. Primeiro, é possível reduzir o número de impressões, elaboração de cartazes e peças que ajudam na composição das vitrines. Além disso, a troca de campanhas é feita com maior facilidade, com alteração instantânea da transmissão via software. Ou seja, nada de ficar com vitrines desarrumadas na loja enquanto faz a troca da composição. Por fim, como ela colabora com o aumento do fluxo de clientes e das vendas, ela traz um ótimo retorno para o investimento, compensando os gastos e trazendo lucros. Como adotar a vitrine digital na empresa? Para adotar a estratégia, é preciso contar com ferramentas de digital signage e uma boa parceria para auxiliar na adoção das estratégias necessárias. Nesse caso, a jbtec consegue trazer soluções completas para os clientes. Com serviços de consultoria, design e desenvolvimento, instalação de softwares e suporte técnico, a sua empresa terá mais facilidade para definir e implementar uma estratégia eficaz. Assim, é possível ter acesso a todos os benefícios para otimizar os resultados do seu negócio. Pronto! Agora que você sabe o que é vitrine digital e as vantagens que a estratégia proporciona, vale a pena aplicá-la em sua empresa. Para tanto, faça um bom planejamento e conte com uma empresa parceira para auxiliar em todas as etapas. Que tal implementar essa solução em seu negócio? Acesse o site da jbtec e veja como podemos ajudar na criação de vitrines digitais em sua empresa!