O mercado saiu da fase “vamos instalar telas” e entrou na fase “isso precisa gerar valor, escala e segurança”

Durante muitos anos, o principal objetivo de um projeto de Digital Signage era simples: instalar telas. A conversa girava em torno de: tamanho do display, modelo do player, tipo de suporte, passagem de cabos. Quando as telas estavam ligadas e exibindo conteúdo, o projeto era considerado um sucesso. Hoje, isso não é mais suficiente. O mercado amadureceu. E com ele, as exigências também. A primeira fase: expansão e experimentação Houve um momento claro de expansão. Empresas queriam modernizar ambientes, substituir cartazes, criar impacto visual. Era a fase da presença: “Precisamos ter telas.” Muitos projetos nasceram nesse contexto. Alguns prosperaram. Outros ficaram pelo caminho. O problema não era a tecnologia. Era a ausência de um modelo estratégico por trás dela. A nova fase: valor, escala e segurança Agora a pergunta mudou. Não é mais: “Quantas telas vamos instalar?” É: “O que essas telas geram para o negócio?” Essa mudança é profunda. E definitiva. Hoje, três pilares determinam a maturidade de um projeto de Digital Signage. 1. Valor Valor significa impacto mensurável. No varejo: aumento de conversão, ticket médio maior, venda cruzada. Na indústria: redução de acidentes, melhoria de produtividade, clareza operacional. Na comunicação interna: alinhamento estratégico, engajamento, redução de ruído. Se a tela não influencia comportamento, decisão ou performance, ela é apenas um monitor ligado na parede. O mercado passou a exigir ROI, indicadores e justificativa de investimento. 2. Escala Projetos isolados são fáceis. Projetos com 50, 100 ou 500 pontos exigem outra arquitetura. Escala exige: padronização, governança, processos, controle centralizado, monitoramento, automação. Não pode depender de: pendrive, intervenção manual, conhecimento tácito de alguém específico. Escala é previsibilidade. Empresas que crescem precisam que a operação funcione da mesma forma em todas as unidades. Digital Signage, quando bem estruturado, vira parte dessa engrenagem. 3. Segurança Esse talvez seja o ponto mais subestimado, e que mais cresce em importância. As telas hoje estão: conectadas à rede corporativa, integradas a sistemas, operando em cloud, espalhadas por múltiplas localidades. Cada player é um dispositivo conectado. Sem: controle de acesso, atualização remota, políticas de segurança, segmentação de rede, logs e auditoria, o projeto vira uma vulnerabilidade. Segurança deixou de ser diferencial técnico e passou a ser requisito estratégico. Nenhum CIO hoje aprova um projeto que não considere isso. O erro que ainda vemos Muitas empresas ainda operam com mentalidade da fase anterior. Instalam as telas. Mas não estruturam: modelo operacional, indicadores, governança, política de segurança, planejamento de crescimento. O resultado? Projetos que começam fortes e perdem relevância com o tempo. O que diferencia os projetos maduros Os projetos mais sólidos que acompanho têm características claras: Começam pelo objetivo de negócio, não pela tela Definem responsáveis e processos Integram dados e sistemas Medem impacto Planejam crescimento desde o início Tratam segurança como parte da arquitetura Eles não veem Digital Signage como mídia. Veem como infraestrutura estratégica. A transformação silenciosa O mercado global já está nessa fase. Grandes redes de varejo, concessionárias, hospitais, indústrias e ambientes corporativos não perguntam mais “qual TV usar”. Perguntam: Como isso integra com meus dados? Como escalo para 200 unidades? Como garanto controle e segurança? Como provo resultado? Essa é a diferença entre modernização estética e transformação operacional. Conclusão O Digital Signage não deixou de ser visual. Mas deixou de ser apenas visual. A fase da instalação ficou para trás. Entramos na fase da responsabilidade estratégica. Empresas que entenderem isso vão extrair valor real das telas. As que não entenderem continuarão com monitores ligados — e potencial desligado. Ter telas é simples. Fazer delas um ativo seguro, escalável e gerador de valor é decisão de gestão.
NR-1 na prática: por que a Comunicação Interna virou parte do sistema de prevenção das empresas

A NR-1 vem sendo tratada por muitas empresas como mais uma obrigação regulatória. Mais uma norma. Mais um checklist. Mais um risco jurídico a mitigar. Mas essa leitura é superficial. Na prática, a NR-1 está provocando uma mudança mais profunda. Ela obriga as empresas a olharem para como o risco é comunicado no dia a dia, e não apenas para como ele é documentado. É nesse ponto que a Comunicação Interna deixa de ser acessória e passa a ser parte do próprio sistema de prevenção. Comunicar não é o mesmo que informar Grande parte das organizações acredita que cumpre seu papel quando envia um e-mail, fixa um aviso, faz uma campanha pontual ou realiza um treinamento isolado. O problema é que informação não garante consciência, e muito menos mudança de comportamento. A NR-1 não exige apenas que a empresa tenha políticas. Ela pressupõe que as pessoas saibam que os riscos existem, reconheçam esses riscos no ambiente, entendam como agir e sejam lembradas disso de forma contínua. Sem esse reforço constante, o sistema não se sustenta. Comunicação Interna como parte do sistema, não como suporte Quando a comunicação é tratada como algo de apoio, ela acontece quando sobra tempo, quando surge um problema ou quando alguém lembra. Quando passa a ser vista como parte do sistema de gestão, as perguntas mudam. Quais riscos precisam de reforço contínuo? Quem precisa receber essa mensagem? Em que contexto essa informação faz sentido? Com que frequência ela precisa aparecer? Como a empresa garante consistência e rastreabilidade? Essas não são perguntas de marketing. São perguntas de gestão. O papel das telas corporativas dentro desse contexto Telas corporativas são um recurso poderoso, mas apenas quando inseridas em uma lógica clara. Sem estratégia, elas viram TVs ligadas sem propósito, conteúdos genéricos, ruído visual e distração. Quando fazem parte de um sistema bem definido, passam a cumprir um papel específico. Reforçam mensagens críticas, criam recorrência sem desgaste, comunicam no contexto do ambiente e apoiam campanhas e orientações contínuas. O valor não está na tela em si. Está na função que ela exerce dentro do processo. A NR-1 não pede mais comunicação. Pede comunicação melhor. Existe uma diferença clara entre comunicar mais e comunicar melhor. Comunicar melhor significa menos mensagens genéricas, mais clareza, mais contexto, repetição inteligente e menos improviso. Empresas que estão avançando melhor na adaptação à NR-1 entenderam que comunicação não pode depender apenas de e-mail, campanhas não substituem processos e visibilidade contínua reduz risco operacional. O desafio é estrutural, não criativo O maior desafio da Comunicação Interna relacionada à NR-1 não está em criar peças bonitas ou textos bem escritos. Ele está em organizar temas, definir prioridades, estabelecer frequência, integrar canais e garantir consistência ao longo do tempo. Sem isso, a empresa até comunica, mas não sustenta. Comunicação que protege é comunicação que funciona todos os dias A NR-1 não trata apenas de normas. Ela trata de ambientes mais conscientes, previsíveis e seguros. Isso só acontece quando a comunicação é pensada como parte da operação, acompanha a rotina das pessoas, reforça comportamentos corretos e não depende de ações pontuais. Empresas que entendem isso deixam de apenas cumprir a NR-1 e passam a usar a NR-1 como uma alavanca real de maturidade organizacional. Mais do que discutir ferramentas ou formatos, o momento pede uma reflexão mais profunda. Como a sua empresa estrutura a comunicação dos riscos no dia a dia? Hoje, essa resposta diz muito mais sobre o nível de maturidade da organização do que qualquer política escrita.
Conteúdo que converte: storytelling visual para telas corporativas e varejo

O Digital Signage sempre foi tratado como uma evolução natural do cartaz impresso. O raciocínio era simples: se a tela é digital, basta colocar mais informação, mais movimento e mais conteúdo. A prática mostrou exatamente o contrário. Hoje, depois de acompanhar centenas de projetos em empresas e redes de varejo, posso afirmar com convicção:o que que define o sucesso de um conteúdo, é a forma como a mensagem é construída. E, cada vez mais, os projetos que geram resultado seguem um mesmo caminho: o do storytelling visual. O problema não é falta de conteúdo. É excesso sem narrativa. Um erro recorrente em projetos de comunicação digital é acreditar que a tela precisa dizer tudo. Promoções, avisos, vídeos institucionais, campanhas internas, indicadores, tudo disputando atenção ao mesmo tempo. O efeito disso é previsível. As pessoas olham, mas não veem. A mensagem não fixa. A tela vira parte da paisagem. Estudos internacionais sobre comportamento visual em ambientes físicos mostram algo bastante claro: o tempo médio de atenção diante de uma tela é curto. Em muitos contextos, estamos falando de poucos segundos. Isso muda completamente a lógica de comunicação. Não se trata de informar mais. Trata-se de contar melhor. Storytelling visual não é contar uma história longa. É criar sentido rápido. Quando falamos em storytelling para Digital Signage, não estamos falando de roteiros complexos ou narrativas elaboradas. Estamos falando de sequência lógica, clareza e intenção. Uma boa história visual responde rapidamente a três perguntas, mesmo que de forma implícita: O que é isso? Por que isso importa para mim? O que eu faço com essa informação? Em ambientes corporativos, isso pode significar transformar um indicador frio em um contexto compreensível. No varejo, significa sair do desconto genérico e conectar o produto a uma situação real de uso. Telas que convertem não gritam. Elas conduzem. A imagem vem antes do texto. Sempre. Outro ponto reforçado por boas práticas globais é a inversão da lógica tradicional de comunicação. Em telas, a imagem não ilustra o texto. O texto complementa a imagem. Projetos eficazes trabalham com mensagens visuais fortes, poucos elementos e textos curtos, quase como legendas. A leitura precisa ser intuitiva, quase automática. Quando alguém precisa parar para entender o que está sendo exibido, a comunicação já falhou. Isso vale tanto para campanhas de venda quanto para comunicação interna. Pessoas não leem telas como leem e-mails ou relatórios. Elas captam estímulos visuais em movimento, em meio a outras atividades. Uma tela. Uma mensagem. Um objetivo. Um princípio comum nos projetos mais maduros é a disciplina. Cada conteúdo exibido tem um único objetivo claro. No varejo, pode ser destacar um produto, reforçar um benefício ou direcionar uma ação. Em ambientes corporativos, pode ser orientar, engajar ou apoiar uma decisão operacional. Quando uma tela tenta cumprir vários objetivos ao mesmo tempo, ela não cumpre nenhum bem. Storytelling visual é também saber o que não mostrar. Contexto é o que transforma conteúdo em experiência. Outro aprendizado importante é o uso do contexto como parte da narrativa. O mesmo conteúdo não funciona da mesma forma em todos os lugares, horários ou situações. Telas eficientes consideram onde estão, quem passa por elas e em que momento do dia são vistas. Uma mensagem exibida na entrada de uma loja tem uma função diferente daquela exibida no caixa. Um conteúdo interno pela manhã comunica de forma diferente do mesmo conteúdo no fim do dia. Quando o conteúdo respeita o contexto, ele deixa de ser ruído e passa a ser experiência. O conteúdo sustenta o resultado. Há uma tentação constante de buscar novas tecnologias, formatos interativos ou efeitos visuais mais sofisticados. Tudo isso pode ajudar, mas apenas quando existe uma base sólida de estratégia e narrativa. As melhores redes globais de Digital Signage não são necessariamente as mais tecnológicas. São as mais consistentes. Elas sabem o que querem comunicar, para quem e com que objetivo. A tecnologia entra para garantir escala, padronização e controle. No fim do dia, telas que convertem não são as mais bonitas, nem as mais complexas. São as que respeitam o tempo e a atenção das pessoas. Conclusão Digital Signage eficiente não é sobre preencher telas. É sobre construir mensagens que façam sentido em poucos segundos. Storytelling visual não é um conceito abstrato ou uma tendência de marketing. É uma resposta prática à forma como as pessoas realmente se comportam diante das telas no mundo físico. Quando bem aplicado, ele transforma displays em ferramentas de venda, engajamento e comunicação real. Quando ignorado, transforma telas em decoração digital. Ter telas é fácil. Fazer com que elas comuniquem de verdade exige intenção, método e clareza.
Digital Signage como infraestrutura de experiência

Por que as telas deixaram de ser mídia e passaram a ser parte do sistema do negócio Durante muitos anos, o Digital Signage foi tratado como mídia. Uma TV na parede, um player, alguns vídeos rodando em loop e pronto: “temos digital signage”. Esse modelo funcionou por um tempo. Mas ele não acompanha mais a complexidade dos negócios, das operações e das expectativas de quem interage com esses ambientes. Hoje, tratar Digital Signage como mídia é subutilizar um ativo estratégico. O que está emergindo e já é realidade nos projetos mais maduros é o Digital Signage como infraestrutura de experiência. Da tela como fim à tela como meio Quando a tela é vista apenas como mídia, as perguntas costumam ser: O que vamos exibir? Qual vídeo passa melhor? Quantos segundos dura o loop? Quando a tela passa a ser infraestrutura, as perguntas mudam completamente: Que experiência este ambiente precisa entregar? Que decisões esta tela deve apoiar? Que dados ela consome e que dados ela gera? Como ela se conecta à operação, às pessoas e aos sistemas? Essa mudança de mentalidade é o divisor de águas entre telas decorativas e telas que trabalham para o negócio. Infraestrutura de experiência: o que isso significa na prática? Tratar Digital Signage como infraestrutura significa entendê-lo como uma camada permanente do ambiente, assim como: rede, energia, sistemas, automação, dados. As telas deixam de ser um “canal de comunicação” isolado e passam a ser interfaces vivas do espaço físico. Na prática, isso envolve: 1. Integração com sistemas e dados Telas conectadas a: sistemas operacionais, ERPs, CRMs, sensores, agendas, fluxos de pessoas, indicadores em tempo real. O conteúdo deixa de ser genérico e passa a ser contextual e situacional. 2. Experiência orientada ao momento Uma tela em uma recepção, fábrica, loja ou escritório não existe para entreter, ela existe para orientar, informar, acelerar decisões e reduzir fricções. O que importa não é o vídeo bonito, mas: se a informação chega no momento certo, se reduz dúvidas, se melhora fluxo, se gera clareza. 3. Escalabilidade e padronização Infraestrutura pressupõe: padrão, governança, replicabilidade. Não pode depender de: pendrive, improviso, boa vontade local. Projetos de Digital Signage maduros funcionam da mesma forma em uma unidade ou em mil, com controle central, regras claras e operação previsível. 4. Governança clara Quando Digital Signage vira infraestrutura, surge uma pergunta inevitável: Quem é o dono dessa tela? Sem governança, a tela vira território de disputa: marketing, RH, operações, TI, cada um puxa para um lado. Infraestrutura exige: papéis definidos, regras de uso, critérios de prioridade, métricas de sucesso. Sem isso, a tecnologia até funciona, o projeto, não. O erro mais comum que ainda vemos no mercado Empresas investem pesado em: TVs, players, suportes, cabeamento. Mas operam tudo como se fosse um projeto de mídia improvisado. O resultado? telas fora do ar, conteúdo desatualizado, mensagens irrelevantes, zero mensuração de impacto. O problema quase nunca é a tecnologia. É o modelo mental aplicado ao projeto. Digital Signage como ativo estratégico Quando bem estruturado como infraestrutura, o Digital Signage: melhora a experiência de clientes e colaboradores, aumenta eficiência operacional, reduz ruído de comunicação, cria ambientes mais inteligentes, gera dados, sustenta crescimento em escala. Ele deixa de ser custo e passa a ser ativo digital do espaço físico. Conclusão O mercado amadureceu. As telas continuam as mesmas. O que mudou foi o papel delas. Empresas que ainda tratam Digital Signage como mídia vão continuar tendo TVs ligadas… Empresas que o tratam como infraestrutura de experiência constroem ambientes que funcionam melhor, comunicam melhor e performam melhor. Ter telas é fácil. Transformá-las em infraestrutura estratégica é uma decisão.
TV Corporativa como Aliada da NR-1: Comunicação que Protege Pessoas e Empresas

A partir de 2024, a NR-1 (Norma Regulamentadora nº 1) passou a exigir que empresas implementem o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de forma estruturada, contínua e documentada. Na prática, isso significa que cuidar da saúde e segurança dos colaboradores deixou de ser apenas obrigação operacional — tornou-se um processo estratégico, que envolve comunicação, engajamento e acompanhamento permanente. E é aqui que muitas organizações encontram um desafio silencioso: Como garantir que orientações, alertas, campanhas e informações críticas realmente cheguem às pessoas, no momento certo, de forma clara e consistente? A resposta está na TV Corporativa Inteligente. O desafio da NR-1 não é apenas cumprir a norma. É engajar pessoas. A NR-1 determina que empresas: Identifiquem perigos e avaliem riscos Implementem medidas de prevenção Treinem e orientem colaboradores Registrem evidências das ações Promovam melhoria contínua Tudo isso depende de comunicação eficaz. O problema é que, em muitas empresas, a comunicação interna ainda ocorre por: Murais físicos desatualizados E-mails ignorados Grupos de WhatsApp dispersos PDFs que ninguém abre Resultado: A informação existe — mas não gera comportamento seguro. TV Corporativa: da “tela na parede” à plataforma de gestão de riscos Quando integrada a uma plataforma de Digital Signage profissional, a TV corporativa deixa de ser apenas um display e passa a ser um canal ativo de gestão da NR-1. Na prática, ela permite: ✔️ Disseminar orientações de segurança em tempo real Procedimentos, alertas, checklists e campanhas sempre atualizados, sem depender de impressão ou envio manual. ✔️ Padronizar a comunicação em todas as unidades O mesmo conteúdo, com a mesma qualidade e frequência, em fábricas, escritórios e filiais. ✔️ Reforçar treinamentos continuamente Vídeos curtos, lembretes visuais e microlearning no fluxo do dia a dia. ✔️ Exibir indicadores de segurança Dias sem acidentes, metas de SST, status de auditorias, dashboards do GRO. ✔️ Gerar evidências de execução Logs, registros de exibição e relatórios que comprovam que o conteúdo foi veiculado — ponto essencial em fiscalizações e auditorias. NR-1 também é saúde mental — e comunicação tem papel central A atualização da NR-1 trouxe ainda mais foco para: Fatores psicossociais Clima organizacional Prevenção de estresse e burnout Cultura de cuidado contínuo A TV corporativa torna-se um canal de cultura, reforçando: Campanhas de bem-estar Programas de apoio psicológico Mensagens de liderança Reconhecimento de equipes Orientações sobre pausas e ergonomia Comunicação constante gera pertencimento, clareza e previsibilidade — fatores diretamente ligados à redução de riscos psicossociais. De obrigação legal a vantagem competitiva Empresas que estruturam bem sua comunicação interna: Reduzem acidentes e afastamentos Melhoram clima organizacional Aumentam engajamento Diminuem passivos trabalhistas Fortalecem sua marca empregadora Ou seja: NR-1 bem executada não é custo. É investimento em pessoas e em performance. Conclusão A NR-1 exige processos. Mas processos só funcionam quando as pessoas sabem o que fazer, quando fazer e por quê fazer. A TV corporativa, quando operada por uma plataforma inteligente de Digital Signage, transforma comunicação em: Prevenção Evidência Cultura Governança Não é sobre telas na parede. É sobre proteger pessoas e fortalecer empresas.
Tecnologia nacional permite expansão da sinalização digital no país

Empresa de sinalização digital desenvolve uma plataforma versátil que permite expansão da tecnologia no país Há 18 anos no mercado, jbtec investe em tecnologia para se reinventar e almeja conquistar o mercado internacional. O número de empresas no mundo que consideram a inovação entre as três principais prioridades de suas organizações já passa dos 75%, segundo a Most Innovative Companies 2022, pesquisa realizada pela consultoria BCG. No Brasil, inspiradas pelo movimento crescente das startups – que saltou de 4.151 em 2015 para 13.700 em 2021, segundo a Abstartups –, as empresas já consolidadas também investem na inovação para se reposicionar no mercado e ganhar destaque ante a concorrência. Esse é o caso da jbtec, empresa nacional de software e computação em nuvem que atua no mercado de sinalização digital. Uma das pioneiras no segmento, a jbtec por muito tempo teve como modelo de atuação a oferta de softwares internacionais. Em 2018, porém, tomou a decisão estratégica de investir na sua própria tecnologia e se reposicionar no mercado. Como resultado, lançou em 2020 a primeira versão da uSign, uma plataforma para gestão de conteúdo com ênfase em comunicação digital. Depois de aproximadamente dois anos de operação e ajustes finos, a solução começa a adentrar no âmbito internacional, com a inserção no mercado europeu e também nos demais países das Américas. Foco na tecnologia A proposta de desenvolver uma tecnologia própria veio com o objetivo de sanar uma dor latente dos proprietários da jbtec, que viam o potencial de crescimento da sinalização digital expandido para pequenas e médias empresas frente ao avanço tecnológico, mas enfrentavam problemas de adaptação para o mercado com as soluções importadas. “Acompanhamos de perto o nascimento e substituição de diversas tecnologias e notamos que, cada vez mais, a sinalização digital se tornava uma realidade para pequenos empresários mundo afora”, justifica Bruno Gianzanti, CEO da jbtec. A maior dificuldade para a popularização da tecnologia no Brasil, segundo o empresário, estava no fato de que embora o país apresentasse um número crescente de pequenos novos negócios, a conversão da moeda fazia dela pouco acessível para a maioria deles, além das questões com relação à língua e acesso ao suporte. “Sabíamos que precisávamos de uma opção economicamente mais viável. Mas, em um segundo momento, percebemos que não era apenas isso. Precisávamos também de uma solução com gestão simplificada, que se distanciasse da linguagem técnica dos veículos de comunicação, para permitir que o empresário se aproximasse do seu público através desta ferramenta de comunicação e marketing”, explica o CEO. O responsável por desenvolver o framework foi o CTO da empresa, Nélio Santos. Integrando o board de sócios, 15 meses após o início do trabalho e muito estudo, ele desenhou o novo produto, agregando um valor até então omitido. “Nos sistemas tradicionais, a pessoa tem que ter muitos conhecimentos de veículos de comunicação tradicionais, como as operadoras de TV. Este é um processo tão extenuante a ponto de existirem empresas especializadas em apenas criar e manter canais para este fim. O mercado precisava de algo diferente, que permitisse que as pessoas sem esse conhecimento específico colocassem a informação como consomem”, observa Nélio. “Por entender o papel social que temos, acrescentei o olhar sensível de tornar a tecnologia disponível às microempresas e microempreendedores, para ajudá-los a progredirem. Afinal, a propaganda é a alma do negócio. Isso é tão importante para gente, que hoje que o plano inicial da uSign é gratuito”, observa. Desenvolvimento No total, foram 2 anos de preparação até o lançamento da plataforma. Os 12 meses iniciais, foram dedicados à formação do primeiro time de desenvolvedores. Para utilizar as tecnologias mais avançadas do mercado sem encarecer o produto, a diretoria decidiu firmar parceria com universidades de tecnologia e investir na capacitação de jovens desenvolvedores, mantendo um programa contínuo. A decisão reforçou também o compromisso social da empresa com o mercado brasileiro, proporcionando uma oportunidade para que os jovens pudessem ingressar no mercado de trabalho e no seu primeiro emprego. Os meses seguintes foram dedicados efetivamente ao desenvolvimento. Em julho de 2020 a uSign estreava no mercado. “Após o desenvolvimento, tivemos a felicidade de ter alguns clientes da base se voluntariando para o piloto da solução, acelerando ainda mais o nosso processo de ajustes, suporte e planejamento do produto. Foi quando validamos o conceito com a necessidade do mercado”, revela Nélio. Como resultado, em um ano de go to marketing, o uSign já correspondia a um percentual expressivo da receita da jbtec. Em números absolutos, entre clientes de gestão de conteúdo e de sinalização digital utilizando a plataforma, já são: 24 empresas clientes com 600 usuários ativos, 100 aplicativos personalizados com 910 formulários de interface e 270 entidades de dados ativas e mais de 500 players de sinalização digital ativos. Como funciona? Em resumo, a uSign é uma plataforma de comunicação digital oferecida no formato SaaS (Software as a Service), projetada para criar uma experiência digital omnicanal. Utilizando low-code (pouca codificação), ela permite que os contratantes a personalizem de acordo com a identidade visual da sua marca e com as funcionalidades exigidas pelo segmento de atuação, no chamado white label. Embora desenvolvida inicialmente com o propósito de sanar as dores da empresa no ramo de sinalização digital, o resultado mostrou tamanha versatilidade que sua atuação já foi expandida para outras vertentes de atuação como plataforma para projetos de e-learning, RPA e orquestração de dados. Brasil afora A rápida aceitação no mercado nacional e o networking alimentado pelos sócios como representantes de soluções no exterior, abriram as portas para que a uSign desse recentemente um novo passo: a expansão para o mercado internacional. “Embora nossa solução já seja utilizada por empresas multinacionais com sede no Reino Unido, Japão e até Itália, esse será um passo importante para validar a solução no mercado internacional. Para isso, a plataforma uSign da jbtec está com executivos comerciais na Europa e nas Américas”, anuncia Bruno. “Assim como no Brasil a jbtec implementou a plataforma e gerencia milhares de displays nos mais diversos segmentos e tamanhos de negócios,
Omnicanalidade: pequenos empresários agregam valor aos seus negócios

Integração entre ambiente online e offline facilita a experiência de compra dos consumidores e ação estratégica pode começar pela comunicação. Pequenos empresários atentos às novas tendências têm se conscientizado de que a comunicação digital é a aliada ideal para dar início à jornada de integração de canais de vendas físicos e virtuais. A ação dá ênfase ao conceito de “omnicanalidade”, que se tornou essencial até mesmo para os pequenos varejistas se manterem competitivos no mercado. De acordo com o Carat Insights 2022, um levantamento do Instituto Locomotiva encomendado pelo Fiserv, a integração do online e do offline no varejo é hoje algo exigido por 88% dos consumidores. De forma complementar a essa informação, uma pesquisa do CB Insights mostrou que não é apenas isso: as experiências no digital têm influenciado as expectativas dos consumidores nas lojas físicas. Eles topam, por exemplo, comprar na loja física e receber em casa ou comprar online e retirar na loja. As interações, portanto, hoje acontecem em ambos os modos. E não é para menos, visto que 85% dos consumidores preferem interagir com marcas de ambas as formas. É assim que os varejistas que lançam mão da abordagem omnichannel têm se tornado líderes de mercado — mais de 90% das marcas que já se adaptaram à experiência omnichannel estão à frente da concorrência, segundo o estudo. Os bons resultados obtidos, aliados aos hábitos de consumo dos brasileiros – que tendem a ser receptivos ao uso de novas tecnologias – e à retomada econômica no contexto da pandemia, passaram a chamar a atenção também dos pequenos varejistas, como é o caso de Maikon Gorges. Omnicanalidade no varejo! Administrador do Supermercado De Angelina, de Balneário Camboriú (SC), Maikon adotou a estratégia em dezembro de 2020. Ele conta que a princípio tinha muita cautela em relação à gestão de conteúdo, ao investimento e aos custos de implementação. Mas, a possibilidade de ter mais facilidade e agilidade nas divulgações de ofertas, novidades e vídeos institucionais de fornecedores falou mais alto. “As ofertas ficaram mais claras com as imagens dos produtos e a fachada da loja, mais limpa, sem aquele monte de placas de papel”, conta ele, que implantou a sinalização digital na fachada do comércio. Para concretizar sua nova estratégia, Maikon elegeu uma plataforma de distribuição de conteúdo na nuvem, a uSign. Uma das grandes vantagens da escolha foi o fato dela deixar o caminho preparado para quando decidir dar o próximo passo rumo à diferenciação no mercado e ampliar a comunicação para diferentes canais simultaneamente. Afinal, a uSign não apenas agilizou a distribuição do conteúdo na fachada e deixou a informação mais clara, como também está apto a distribuir o conteúdo entre diferentes canais – e-mail, SMS, redes sociais, dentre outros – oferecendo aos clientes experiências unificadas e customizadas. Veja também este texto no portal Terra, no portal Mundo Marketing e também na Agência Globo Acompanhe a jbetc nas redes sociais: Facebook, Instagram, no Linkedin e no Youtube!
Arte em NFTs: iniciativa inédita no Brasil visa ampliar conhecimento sobre o tema

Parceria entre coletivo de artistas brasileiros e empresa de tecnologia digital nacional usará displays digitais para disseminar conteúdo acerca da tecnologia. As artes em NFT (token não fungível) são uma das novidades mais quentes do universo artístico — e têm movimentado milhões de dólares. Alguns exemplos desse sucesso são a NFT dinâmica da Casa Battló, de Barcelona, assinada por Refik Anadol, que este ano foi leiloada em Nova York por mais de um milhão de dólares (aproximadamente sete milhões de reais), e o artista Mike Winkelmann, conhecido como Beeple, que teve uma colagem vendida por mais de 60 milhões de dólares (aproximadamente 342 milhões de reais) em 2021. As peças de arte multimídia e digital são vendidas com certificado de autenticidade, a ferramenta NFT, por sua vez, baseia-se na tecnologia blockchain, que atua como um livro contábil que faz o registro de transações de criptomoedas, de forma que esse registro seja confiável e imutável. Desta maneira, o proprietário da obra digital é resguardado. Apesar de vir a público ante a aquisição milionária de famosos, nem só de glamour vive a arte NFT. Inclusive, empresários também têm demonstrado grande interesse por essas artes intangíveis. Pesquisas mostram que 32% dos profissionais entrevistados afirmaram que exibiriam uma NFT em smart TVs e 30%, em displays digitais. No Brasil, já é possível acompanhar artistas e empresas que buscam fazer parte desse momento histórico. Em abril, na 18ª edição do SP-Arte, Festival Internacional de Arte de São Paulo, a novidade nos estandes foram justamente as obras virtuais em NFTs, apresentadas por algumas galerias. No entanto, segundo os galeristas, a curiosidade foi maior do que o interesse pela compra. O motivo para tanto pode ser a falta de familiaridade do público com a nova dinâmica de compra e venda de arte. Pensando nisso – e com o propósito de dar o devido valor ao movimento – a Jbtec Digital Signage, primeira empresa a comercializar softwares para sinalização digital no país, firmou parceria com um grupo de artistas brasileiros com o propósito de investir na propagação da arte NFT pelo mundo. “Disponibilizaremos para nossos clientes um conteúdo inovador, elaborado pelos artistas brasileiros com o objetivo de conscientizar a audiência sobre essa nova tendência, além de disponibilizarmos arte de qualidade para displays digitais em todo o Brasil”, conta Bruno Gianzanti, CEO da Jbtec. A novidade gera empolgação no empresário, que vê nela uma grande oportunidade para que a empresa de software e computação em nuvem especializada em displays digitais estabeleça pontes entre marcas e público nas mais diversas regiões e lugares. “Os NFTs tornaram-se uma das maiores tendências do mundo dos criptoativos, e parte dos brasileiros já foi impactada por alguma notícia envolvendo a sigla”, diz. Valorizando artistas nacionais e a disseminação de suas obras, ele pontua que além da Jbtec gerar valor a si mesma ao participar desse momento histórico, ela gerará valor também a todos os outros envolvidos nesse ecossistema — a audiência, o artista e o canal de exibição. Mas, Gianzanti explica que ainda há uma barreira: a população brasileira precisa ser familiarizada com os conceitos de NFTs e blockchain. Para isso, ambos devem ser descomplicados. É aí que entra a atuação dos artistas, que além de divulgarem suas obras, produzirão conteúdo com o objetivo de desmistificar o tema e a ideia de que obras NFTs estão ao alcance apenas dos mais afortunados. O coletivo começou no Twitter com artistas internacionais e migrou para um grupo de conversa paralelo dentro da rede cujo foco se tornou investir na educação sobre o tema. A ideia do grupo composto por dez brasileiros que moram em diferentes países é gerar conteúdo e fazer ele chegar ao maior número de pessoas possível. A artista brasileira Fer Caggiano, radicada em Mount Pleasant, no estado da Carolina do Sul, Estados Unidos, é uma das integrantes do coletivo de artistas brasileiros pioneiros na iniciativa no país e explica que a maior motivação para a ação está no valor histórico do momento. “Estamos chamando isso de ‘Nova Renascença da arte’, porque a nova lógica está mudando a maneira como ela é percebida”, conta. O projeto piloto da ação já foi concluído e a previsão é que o conteúdo esteja disponível para exibição no mês de junho. Em um futuro não muito distante, a parceria tem objetivos ainda mais ambiciosos. “Parte do nosso planejamento foca na possibilidade da audiência realizar uma compra ou obter mais informações sobre o artista a partir de QRCodes, que serão exibidos nos displays digitais, no momento em que uma obra estiver em exibição”, conta Bruno. Jbtec Digital Signage A plataforma uSign da Jbtec possibilita a presença da comunicação em displays digitais— o que pode ser excelente para estratégias de marketing, visto que os displays são vistos pelas mais diversas pessoas. Há 18 anos no mercado, ela é sinônimo de inovação em tecnologia, visto que foi a primeira empresa a comercializar softwares para sinalização digital (Digital Signage) no país e também foi precursora na criação do modelo SaaS (Software as a Service) para esse mercado. Além disso, foi a primeira a desenvolver uma plataforma de software para sinalização digital com integração e automação de dados, a uSign. Siga a Jbtec nas redes sociais: Facebook, Instagram, Linkedin, Twitter e Youtube
Ruídos na comunicação: como eles podem atrapalhar seu negócio?

As informações que circulam no ambiente de trabalho são fundamentais para o bom andamento das atividades. Logo, os ruídos na comunicação podem provocar impactos negativos e afetar o desempenho do negócio. É importante que os líderes, setores e equipes estejam alinhados e, para isso, a comunicação deve ser clara e objetiva. É papel da empresa investir em recursos e estratégias para assegurar uma interação livre de interferências, tratando-se das mensagens institucionais. O objetivo deste post é reforçar a importância da comunicação como um pilar, interno e externo. Continue lendo e veja as consequências de um ambiente com ruídos na comunicação, o que fazer para evitar o problema e como investir em uma comunicação mais efetiva! A comunicação como base do relacionamento corporativo A comunicação é o ponto de convergência e alinhamento entre todos os que atuam dentro de uma empresa. Quando eficiente, de dentro para fora, a informação segue um curso natural, que reflete de modo positivo entre equipes, clientes e fornecedores. Os ruídos, por sua vez, provocam a falta de entendimento e conexão entre quem transmite e quem recebe a mensagem, independentemente do grau de complexidade. Por isso, a comunicação deve se sustentar não apenas nas conversas, mas nos diálogos consistentes e esclarecedores. Uma boa comunicação requer planejamento, estratégia, um ambiente propício e ferramentas adequadas. Há quem pense que se resume apenas à transmissão de mensagens, quando, na verdade, engloba todo e qualquer mecanismo de interação interna e externa. Como os ruídos na comunicação podem prejudicar o negócio Um ruído pode causar repercussão negativa dentro de uma empresa se a comunicação não estiver adequada ao ambiente. Seja no dia a dia, durante uma reunião ou evento com apresentação, eles são responsáveis pelas interferências que impedem a transmissão clara da mensagem. Antes de explorar os malefícios e desdobramentos desse problema, é importante conhecer os tipos de ruído na comunicação! Físico As interferências que chegam de fora podem dificultar a transmissão física da mensagem e causar um entendimento equivocado. Exemplo do ruído físico são as pessoas conversando alto, as buzinas de veículos, as sirenes, os sons de telefone ou de obras realizadas. Psicológico Nem sempre o ruído precisa ser externo para provocar danos na comunicação. É o caso daqueles que afetam a psicologia e estão ligados ao comportamento de cada pessoa. Assim, podem ser motivados pelas emoções, crenças e reação interna às atitudes alheias que geram um prolongado remover de sentimentos como raiva e indignação. Fisiológico Uma dor de cabeça intensa ou mal-estar permanente são considerados ruídos que tomam a mente, não deixando espaço para a recepção das mensagens importantes. A condição física comprometida pode ser um fator de deficiência na comunicação. Todos esses ruídos podem acontecer isolados, ou ao mesmo tempo, e gerar um verdadeiro caos no ambiente corporativo. Sem um planejamento prévio de comunicação estratégica ou um plano de contingência emergencial, uma situação conflituosa por erros na informação pode afetar drasticamente o negócio. Consequências de uma comunicação deficiente A má comunicação é elemento fácil de gerar danos institucionais e trazer complicações no negócio. Veja alguns impactos causados pelos ruídos na comunicação para ficar de olho e minimizar seus efeitos! Interferência no entendimento Uma comunicação que não funciona corretamente pode atrapalhar o entendimento provocando ações baseadas em uma interpretação confusa e pouco clara. Imagine um ambiente muito barulhento em que as pessoas não conseguem compartilhar ideias e acabam perdendo tempo sem chegar a um denominador comum. Erros de processos Sem um mínimo de cuidado com a comunicação, os processos que dependem de outros departamentos e passam pelas mãos de mais colaboradores correm o risco de erros e retrabalho. Nesse contexto, o cliente ou fornecedor podem ser diretamente prejudicados dependendo do processo que estiver em andamento. Aumento de riscos Alguns erros oriundos dos ruídos na comunicação são mais fáceis de resolver, já outros, podem levar a situações mais graves que podem ferir a imagem da empresa, comprometer a reputação e, consequentemente, levar a perda de clientes por falta de organização e controle na transmissão das mensagens. Perda de produtividade Se os setores e seus times não se comunicam de modo efetivo e com a frequência desejada ou não existe um protocolo padronizado de circulação da informação, a empresa pode perder eficiência e produtividade, o que é ruim para os objetivos do negócio, se tratando de faturamento e rentabilidade. O que fazer para evitar os ruídos Antes que os ruídos comecem a ruminar o que há de bom na empresa é possível criar ações estratégicas para tornar a comunicação mais saudável, impedindo que eles dominem o ambiente e as pessoas que, de alguma forma, contribuem para a manutenção do negócio. Veja o que você pode fazer para evitar o desencadeamento do problema! Metas e objetivos Ter metas e objetivos claros permite aos gestores compartilharem com os colaboradores os propósitos da empresa, em médio e longo prazo. Para isso, é preciso elaborar o comunicado a ser transmitido, com as orientações e regras, seja em uma reunião, um evento ou momentos específicos com cada área. Escuta ativa Quem quer ser ouvido precisa, acima de tudo, saber ouvir e identificar os pontos positivos e negativos. Não difere com a comunicação institucional, considerando que os colaboradores vivenciam e praticam atividades mais próximas do público final, mais do que os próprios gestores. Canais diretos de comunicação Os diferentes canais podem ser usados para evitar os ruídos na comunicação, desde que institucionalizados. Assim, a empresa pode aderir ao e-mail, chat corporativo, central telefônica compartilhada, aplicativos e softwares. A importância de investir na comunicação Já sabemos o quanto é importante investir em comunicação para o sucesso do negócio, no entanto, a cereja do bolo está em agregar valor com ferramentas digitais que otimizem esse processo. Muitas empresas acreditam que estão proporcionando uma comunicação eficiente aos seus colaboradores, mas falham com a falta de integração e personalização da linguagem. Sem a centralização da comunicação institucional, há um risco de cada departamento se comunicar à sua maneira. Esse cenário pode até funcionar, mas, com o passar do tempo, os ruídos
Marketing multicanal: o que é e 4 motivos para apostar nessa estratégia

Uma boa estratégia de marketing é fundamental para o sucesso de qualquer negócio, principalmente quando pensada de forma eficiente e em vários canais. O marketing multicanal otimiza esse tipo de ação, sempre integrando aos objetivos da empresa, desde a melhora da sua presença para o cliente até o aumento do reconhecimento da marca. Quer saber mais sobre o que é o marketing multicanal e quais os motivos para apostar nesta estratégia? Continue acompanhando a nossa publicação e fique por dentro! O que é o marketing multicanal? Marketing multicanal é uma estratégia de comunicação que utiliza diversos canais de comunicação com formas diferentes de abordagem e interação. Essa ação tem ganhado cada vez mais importância visto que a internet e os meios digitais potencializam a troca de informação. O termo marketing multicanal foi desenvolvido para simbolizar este conjunto de ações de veiculação de campanhas em diversas plataformas de comunicação, de forma simultânea. Assim, consegue-se explorar ao máximo as oportunidades e adaptar o formato de interação para o público-alvo. Um caminho de sucesso para o marketing da empresa O sucesso do negócio depende de uma estratégia de atração e relacionamento com o público-alvo da empresa. Isso depende da exploração de uma série de plataformas que vão desde anúncios tradicionais em televisão, mensagens em mídias digitais e até o envio de e-mails. Esses pontos são fundamentais quando se conhece a localização da audiência, definindo um perfil do seu cliente. Outro ponto importante é conseguir uma estratégia eficiente em diversos canais para proporcionar uma experiência de atendimento e completude na interação com o consumidor. Principais motivos para investir na estratégia de marketing multicanal Além de oferecer uma experiência de interação com a empresa de forma completa, em diversos meios de comunicação, o marketing multicanal pode oferecer ainda mais vantagens, que vão além da eficiência da campanha de publicidade. Melhora na presença, reconhecimento e visibilidade da marca Em um mercado digital, repleto de mudanças e formas de interação, a presença e a visibilidade da marca entregam um envolvimento maior com consumidores, além do conhecimento da marca e de como ela age. Fidelização de clientes Um cliente que reconhece e apoia as ações da marca, também se torna fiel por estar alinhado ao que ela promove. Com isso, uma campanha bem executada, que cerca o cliente com pontos de contato em diversos meios de comunicação, mostra ao seu público a capacidade de atendimento das demandas. Maior alcance e visibilidade da marca Além de impactar os clientes atuais, também existe a vantagem de garantir um maior alcance nas ações quando executado um marketing multicanal. Outro ponto importante é que com uma maior visibilidade da marca, consegue-se atingir um público alvo maior, otimizando assim a percepção de novos consumidores frente ao negócio. Maior possibilidade de novos negócios Além de atender a demanda de maior alcance para o negócio existente, uma estratégia de marketing multicanal também permite uma maior possibilidade de novos negócios. Pode-se perceber uma nova demanda do consumidor, atendendo aquela necessidade e criando outras frentes de trabalho para a empresa. Conclusão Entender o que é o marketing multicanal e os seus benefícios para o negócio é uma ótima forma de traçar uma estratégia de sucesso. Um ponto fundamental é saber realizar ações iniciais de qualidade, como: definir um público alvo; escolher bem os canais de interação e mídias digitais; ter m bom parceiro no mercado para auxiliar nestas ações. A sinalização digital é uma ótima forma de garantir o sucesso da estratégia de marketing multicanal e a jbtec é o parceiro ideal neste sentido. Com mais de 15 anos de atuação no mercado brasileiro, oferece a melhor tecnologia para um projeto de sucesso. Acesse o site e conheça as soluções!